quinta-feira, 20 de março de 2014

PRINCIPAIS VERBOS IRREGULARES

VERBOS IRREGULARES


01 Ser
02 Ter
03 Haver
04 Dizer
05 Fazer
06 Trazer
07 Caber
08 Saber
09 Ver
10 Poder
11 Medir
12 Crer
13    Querer
14 Perder
15 Vir
16. Estar

1.    Ser

Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Positivo
EU
Sou
Era
Que eu seja
-
TU
És
Eras
Que tu sejas
ELE(A)
É
Era
Que ele seja
Seja
NÓS
Somos
Éramos
Que nós sejamos
Sejamos
VÓS
Sois
Éreis
Que vós sejais
Sede
ELES(AS)
São
Eram
Que eles sejam
Sejam
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Fui
Fora
Se eu fosse
-
TU
Foste
Foras
Se tu fosses
Sejas
ELE(A)
Foi
Fora
Se ele fosse
Seja
NÓS
Fomos
Fôramos
Se nós fôssemos
Sejamos
VÓS
Fostes
Fôreis
Se vós fôsseis
Sejais
ELES(AS)
Foram
Foram
Se eles fossem
Sejam
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Serei
Seria
Quando eu for
Sendo
TU
Serás
Serias
Quando tu fores
ELE(A)
Será
Seria
Quando ele for
NÓS
Seremos
Seriamos
Quando nós formos
Particípio
VÓS
Sereis
Serieis
Quando vós fordes
Sido
ELES(AS)
Serão
Seriam
Quando eles forem



2.    Ter
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Tenho
Tinha
Que eu tenha
-
TU
Tens
Tinhas
Que tu tenhas
Tem
ELE(A)
Tem
Tinha
Que ele tenha
Tenha
NÓS
Temos
Tínhamos
Que nós tenhamos
Tenhamos
VÓS
Tendes
Tínheis
Que vós tenhais
Tende
ELES(AS)
Têm
Tinham
Que eles tenham
Tenham
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Tive
Tivera
Se eu tivesse
-
TU
Tiveste
Tiveras
Se tu tivesses
Tenhas
ELE(A)
Teve
Tivera
Se ele tivesse
Tenha
NÓS
Tivemos
Tivéramos
Se nós tivéssemos
Tenhamos
VÓS
Tivestes
Tivéreis
Se vós tivésseis
Tenhais
ELES(AS)
Tiveram
Tiveram
Se eles tivessem
Tenham
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Terei
Teria
Quando eu tiver
Tendo
TU
Terás
Terias
Quando tu tiveres
ELE(A)
Terá
Teria
Quando ele tiver
NÓS
Teremos
Teríamos
Quando nós tivermos
Particípio
VÓS
Tereis
Teríeis
Quando vós tiverdes
Tido
ELES(AS)
Terão
Teriam
Quando eles tiverem



3.    Haver
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Hei
Havia
Que eu haja
-
TU
Hás
Havias
Que tu hajas
ELE(A)
Havia
Que ele haja
Haja
NÓS
Havemos/Hemos
Havíamos
Que nós hajamos
Hajamos
VÓS
Haveis/Heis
Havíeis
Que vós hajais
Haveis
ELES(AS)
Hão
Haviam
Que eles hajam
Hajam
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Houve
Houvera
Se eu houvesse
-
TU
Houveste
Houveras
Se tu houvesses
Hajas
ELE(A)
Houve
Houvera
Se ele houvesse
Haja
NÓS
Houvemos
Houvéramos
Se nós houvéssemos
Hajamos
VÓS
Houvestes
Houvéreis
Se vós houvésseis
Hajais
ELES(AS)
Houveram
Houveram
Se eles houvessem
Hajam
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Haverei
Haveria
Quando eu houver
Havendo
TU
Haverás
Haverias
Quando tu houveres
ELE(A)
Haverá
Haveria
Quando ele houver
NÓS
Haveremos
Haveríamos
Quando nós houvermos
Particípio
VÓS
Havereis
Haveríeis
Quando vos houverdes
Havido
ELES(AS)
Haverão
Haveriam
Quando eles houverem



4.    Dizer
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Digo
Dizia
Que eu diga
-
TU
Dizes
Dizias
Que tu digas
Diz/Dize
ELE(A)
Diz
Dizia
Que ele diga
Diga
NÓS
Dizemos
Dizíamos
Que nós digamos
Digamos
VÓS
Dizeis
Dizíeis
Que vós digais
Dizei
ELES(AS)
Dizem
Diziam
Que eles digam
Digam
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Disse
Dissera
Se eu dissesse
-
TU
Disseste
Disseras
Se tu dissesses
Diga
ELE(A)
Disse
Dissera
Se ele dissesse
Diga
NÓS
Dissemos
Disséramos
Se nós disséssemos
Digamos
VÓS
Dissestes
Disséreis
Se vós dissésseis
Digais
ELES(AS)
Disseram
Disseram
Se eles dissessem
Digam
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Direi
Diria
Quando eu disse
Dizendo
TU
Dirás
Diria
Quando tu disseres
ELE(A)
Dirá
Diria
Quando ele disser
NÓS
Diremos
Diríamos
Quando nós dissermos
Particípio
VÓS
Direis
Diríeis
Quando vós disserdes
Dito
ELES(AS)
Dirão
Diriam
Quando eles disserem



5.    Fazer
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Faço
Fazia
Que eu faço
-
TU
Fazes
Fazias
Que tu faças
Faz
ELE(A)
Faz
Fazia
Que ele faça
Faça
NÓS
Fazemos
Fazíamos
Que nós façamos
Façamos
VÓS
Fazeis
Fazíeis
Que vós façais
Fazeis
ELES(AS)
Fazem
Faziam
Que eles façam
Façam
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Fiz
Fizera
Se eu fizesse
-
TU
Fizeste
Fizeras
Se tu fizesses
Faças
ELE(A)
Fez
Fizera
Se ele fizesse
Faça
NÓS
Fizemos
Fizéramos
Se nós fizéssemos
Façamos
VÓS
Fizestes
Fizéreis
Se vós fizésseis
Façais
ELES(AS)
Fizeram
Fizeram
Se eles fizessem
Façam
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Farei
Faria
Quando eu fizer
Fazendo
TU
Farás
Faria
Quando tu fizeres
ELE(A)
Fará
Faria
Quando ele fizer
NÓS
Faremos
Faríamos
Quando nós fizermos
Particípio
VÓS
Farei
Faríeis
Quando vós fizerdes
Feito
ELES(AS)
Farão
Fariam
Quando eles fizerem



6.    Trazer
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Trago
Trazia
Que eu traga
-
TU
Trazes
Trazias
Que tu tragas
Traz
ELE(A)
Traz
Trazia
Que ele traga
Traga
NÓS
Trazemos
Trazíamos
Que nós tragamos
Tragamos
VÓS
Trazeis
Trazíeis
Que vós tragais
Trazei
ELES(AS)
Trazem
Traziam
Que eles tragam
Tragam
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Trouxe
Trouxera
Se eu trouxesse
-
TU
Trouxeste
Trouxeras
Se tu trouxesses
Traga
ELE(A)
Trouxe
Trouxera
Se ele trouxesse
Traga
NÓS
Trouxemos
Trouxéramos
Se nós trouxéssemos
Tragamos
VÓS
Trouxestes
Trouxéreis
Se vós trouxésseis
Tragais
ELES(AS)
Trouxeram
Trouxeram
Se eles trouxessem
Tragam
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Trarei
Traria
Quando eu trouxer
Trazendo
TU
Trarás
Trarias
Quando tu trouxeres
ELE(A)
Trará
Traria
Quando ele trouxer
NÓS
Traremos
Traríamos
Quando nós trouxermos
Particípio
VÓS
Trareis
Traríeis
Quando vós trouxerdes
Trazido
ELES(AS)
Trarão
Trariam
Quando eles trouxeram



7.    Caber
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Caibo
Cabia
Que eu caiba
-
TU
Cabes
Cabias
Que tu caibas
-
ELE(A)
Cabe
Cabia
Que ele cabia
-
NÓS
Cabemos
Cabíamos
Que nós caibamos
-
VÓS
Cabeis
Cabíeis
Que vós caibais
-
ELES(AS)
Cabem
Cabiam
Que eles caibam
-
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Coube
Coubera
Se eu coubesse
-
TU
Coubeste
Couberas
Se tu coubesses
-
ELE(A)
Coube
Coubera
Se ele coubesse
-
NÓS
Coubemos
Coubéramos
Se nós coubéssemos
-
VÓS
Coubestes
Coubéreis
Se vós coubésseis
-
ELES(AS)
Couberam
Couberam
Se eles coubessem
-
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Caberei
Caberia
Quando eu couber
Cabendo
TU
Caberás
Caberias
Quando tu couberes
ELE(A)
Caberá
Caberia
Quando ele couber
NÓS
Cabermos
Caberíamos
Quando nós coubermos
Particípio
VÓS
Cabereis
Caberíeis
Quando vós couberdes
Cabido
ELES(AS)
Caberão
Caberiam
Quando eles couberem



8.    Saber
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Sei
Sabia
Que eu saiba
-
TU
Sabes
Sabias
Que tu saibas
Sabe
ELE(A)
Sabe
Sabia
Que ele saiba
Saiba
NÓS
Sabemos
Sabíamos
Que nós saibamos
Saibamos
VÓS
Sabeis
Sabíeis
Que vós saibais
Sabei
ELES(AS)
Sabem
Sabiam
Que eles saibam
Saibam
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Soube
Soubera
Se eu soubesse
-
TU
Soubeste
Souberas
Se tu soubesses
Saibas
ELE(A)
Soube
Soubera
Se ele soubesse
Saiba
NÓS
Soubemos
Soubéramos
Se nós soubéssemos
Saibamos
VÓS
Soubestes
Soubéreis
Se vós soubésseis
Saibais
ELES(AS)
Souberam
Souberam
Se eles soubessem
Saibam
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Saberei
Saberia
Quando eu souber
Sabendo
TU
Saberás
Saberias
Quando tu souberes
ELE(A)
Saberá
Saberia
Quando ele souber
NÓS
Saberemos
Saberíamos
Quando nós soubermos
Particípio
VÓS
Sabereis
Saberíeis
Quando vós souberdes
Sabido
ELES(AS)
Saberão
Saberiam
Quando eles souberem



9.    Ver
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Vejo
Via
Que eu veja
-
TU
Vês
Vias
Que tu vejas
ELE(A)
Via
Que ele veja
Veja
NÓS
Vemos
Víamos
Que nós vejamos
Vejamos
VÓS
Vedes
Víeis
Que vós vejais
Vede
ELES(AS)
Veem
Viam
Que eles vejam
Vejam
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Vi
Vira
Se eu visse
-
TU
Viste
Viras
Se tu visses
Vejas
ELE(A)
Viu
Vira
Se ele visse
Veja
NÓS
Vimos
Víramos
Se nós víssemos
Vejamos
VÓS
Vistes
Víreis
Se vós vísseis
Vejais
ELES(AS)
Viram
Viram
Se eles vissem
Vejam
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Verei
Veria
Quando eu vir
Vendo
TU
Verás
Verias
Quando tu vires
ELE(A)
Verá
Veria
Quando ele vir
NÓS
Vermos
Veríamos
Quando nós virmos
Particípio
VÓS
Vereis
Veríeis
Quando vós virdes
Visto
ELES(AS)
Verão
Veriam
Quando eles virem

  

10.    Poder
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Posso
Podia
Que eu possa
-
TU
Podes
Podias
Que tu possas
Pode
ELE(A)
Pode
Podia
Que ele possa
Possa
NÓS
Podemos
Podíamos
Que nós possamos
Possamos
VÓS
Podeis
Podíeis
Que vós possais
Podei
ELES(AS)
Podem
Podiam
Que eles possam
Possam
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Pude
Pudera
Se eu pudesse
-
TU
Pudeste
Puderas
Se tu pudesses
Possas
ELE(A)
Pôde
Pudera
Se ele pudesse
Possa
NÓS
Pudemos
Pudéramos
Se nós pudéssemos
Possamos
VÓS
Pudestes
Pudéreis
Se vós pudésseis
Possais
ELES(AS)
Puderam
Puderam
Se eles pudessem
Possam
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Poderei
Poderia
Quando eu puder
Podendo
TU
Poderás
Poderias
Quando tu puderes
ELE(A)
Poderá
Poderia
Quando ele puder
NÓS
Poderemos
Poderíamos
Quando nós pudermos
Particípio
VÓS
Podereis
Poderíeis
Quando vós puderdes
Podido
ELES(AS)
Poderão
Poderiam
Quando eles puderem



11. Medir
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Meço
Media
Que eu meça
TU
Medes
Medias
Que tu meças
mede tu
ELE(A)
Mede
Media
Que ele meça
meça ele
NÓS
Medimos
Medíamos
Que nós meçamos
meçamos nós
VÓS
Medis
Medíeis
Que vós meçais
meçais vós
ELES(AS)
Medem
Mediam
Que eles meçam
meçam eles
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Medi
Medira
Se eu medisse
TU
Mediste
Mediras
Se tu medisses
Não meças tu
ELE(A)
Mediu
Medira
Se ele medisse
Não meça ele
NÓS
Medimos
Medíramos
Se nós medíssemos
Não meçamos nós
VÓS
Medistes
Medíreis
Se vós medísseis
Não meçais vós
ELES(AS)
Mediam
Mediram
Se eles medissem
Não meçam eles
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Medirei
Mediria
Quando eu medir
Medindo
TU
Medirás
Medirias
Quando tu medires
ELE(A)
Medirá
Mediria
Quando ele medir
NÓS
Mediremos
Mediríamos
Quando nós medirmos
Particípio
VÓS
Medireis
Mediríeis
Quando vós medirdes
Medido
ELES(AS)
Medirão
Mediriam
Quando eles medirem



12. Crer
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Creio
Cria
Que eu creia
TU
Crês
Crias
Que tu creias
crê
ELE(A)
Crê
Cria
Que ele creia
creia
NÓS
Cremos
Críamos
Que nós creiamos
creiamos
VÓS
Credes
Críeis
Que vós creiais
crede
ELES(AS)
Creem
Criam
Que eles creiam
creiam
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
cri
crera
Se eu cresse
TU
creste
creras
Se tu cresses
creias
ELE(A)
creu
crera
Se ele cresse
creia
NÓS
cremos
crêramos
Se nós crêssemos
creiamos
VÓS
crestes
crêreis
Se vós crêsseis
creiais
ELES(AS)
creram
creram
Se eles cressem
creiam
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
crerei
creria
Quando eu crer
crendo
TU
crerás
crerias
Quando tu creres
ELE(A)
crerá
creria
Quando ele crer
NÓS
creremos
creríamos
Quando nós crermos
Particípio
VÓS
crereis
creríeis
Quando vós crerdes
crido
ELES(AS)
crerão
creriam
Quando eles crerem



13. Querer
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Quero
Queria
Que eu queira
-
TU
Queres
Querias
Que tu queiras
Quer
ELE(A)
Quer
Queria
Que ele queira
Queira
NÓS
Queremos
Queríamos
Que nós queiramos
Queiramos
VÓS
Quereis
Queríeis
Que vós queirais
Querei
ELES(AS)
Querem
Queriam
Que eles queiram
Queiram
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Quis
Quisera
Se eu quisesse
-
TU
Quiseste
Quiseras
Se tu quisesses
Queiras
ELE(A)
Quis
Quisera
Se ele quisesse
Queira
NÓS
Quisemos
Quiséramos
Se nós quiséssemos
Queiramos
VÓS
Quisestes
Quiséreis
Se vós quisésseis
Queirais
ELES(AS)
Quiseram
Quiseram
Se eles quisessem
Queiram
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Quererei
Quereria
Quando eu quiser
Querendo
TU
Quererás
Quererias
Quando tu quiseres
ELE(A)
Quererá
Quereria
Quando ele quiser
NÓS
Quereremos
Quereríamos
Quando nós quisermos
Particípio
VÓS
Querereis
Quereríeis
Quando vós quiserdes
Querido
ELES(AS)
Quererão
Quereriam
Quando eles quiserem



14. Perder
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Perco
Perdia
Que eu perca
-
TU
Perdes
Perdias
Que tu percas
Perde
ELE(A)
Perde
Perdia
Que ele perca
Perca
NÓS
Perdemos
Perdíamos
Que nós percamos
Percamos
VÓS
Perdeis
Perdíeis
Que vós percais
Perdei
ELES(AS)
Perdem
Perdiam
Que eles percam
Percam
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Perdi
Perdera
Se eu perdesse
-
TU
Perdeste
Perderas
Se tu perdesses
Percas
ELE(A)
Perdeu
Perdera
Se ele perdesse
Perca
NÓS
Perdemos
Perdêramos
Se nós perdêssemos
Percamos
VÓS
Perdestes
Perdêreis
Se nós perdêsseis
Percais
ELES(AS)
Perderam
Perderam
Se eles perdessem
Percam
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Perderei
Perderia
Quando eu perder
Perdendo
TU
Perderás
Perderias
Quando tu perderes
ELE(A)
Perderá
Perderia
Quando ele perder
NÓS
Perderemos
Perderíamos
Quando nós perdermos
Particípio
VÓS
Perdereis
Perderíeis
Quando vós perderdes
Perdido
ELES(AS)
Perderão
Perderiam
Quando eles perderem



15.  Vir
Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Venho
Vinha
Que eu venha
TU
Vens
Vinhas
Que tu venhas
Vem tu
ELE(A)
Vem
Vinha
Que ele venha
Venha ele
NÓS
Vimos
Vínhamos
Que nós venhamos
Venhamos nós
VÓS
Vendes
Vínheis
Que vós venhais
Vinde vós
ELES(AS)
Vêm
Vinham
Que eles venham
Venham eles
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Vim
Viera
Se eu viesse
TU
Vieste
Vieras
Se tu viesses
Não venhas tu
ELE(A)
Veio
Viera
Se ele viesse
Não venha ele
NÓS
Viemos
Viéramos
Se nós viéssemos
Não venhamos nós
VÓS
Viestes
Viéreis
Se vós viésseis
Não venhais vós
ELES(AS)
Vieram
Vieram
Se eles viessem
Não venham eles
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Vireis
Viria
Quando eu vier
vindo
TU
Virás
Virias
Quando tu vieres
ELE(A)
Virá
Viria
Quando ele vier
NÓS
Viremos
Viríamos
Quando nós viermos
Particípio
VÓS
Vireis
Viríeis
Quando vós vierdes
vindo
ELES(AS)
Virão
Viriam
Quando eles vierem



16.  Estar

Indicativo
Subjuntivo
Imperativo
Presente
Pretérito imperf.
Presente
Afirmativo
EU
Estou
Estava
Que eu esteja
TU
Estais
Estavas
Que tu estejas
Está tu
ELE(A)
Está
Estava
Que ele esteja
Esteja ele
NÓS
Estamos
Estávamos
Que nós estejamos
Estejamos nós
VÓS
Estais
Estáveis
Que vós estejais
Estais vós
ELES(AS)
Estão
Estavam
Que eles estejam
Estejam eles
Pretérito perf.
Pretérito +q.perf.
Pretérito Imperf.
Negativo
EU
Estive
Estivera
Se eu estivesse
TU
Estiveste
Estiveras
Se tu estivesses
Não estejas tu
ELE(A)
Esteve
Estivera
Se ele estivesse
Não esteja ele
NÓS
Estivemos
Estivéramos
Se nós estivéssemos
Não estejamos nós
VÓS
Estivestes
Estivéreis
Se vós estivésseis
Não estejais vós
ELES(AS)
Estiveram
estiveram
Se eles estivessem
Não estejam eles
Futuro do Pres.
Futuro do Pret.
Futuro
Gerúndio
EU
Estarei
Estaria
Quando eu estiver
Estando
TU
Estarás
Estarias
Quando tu estiveres
ELE(A)
Estará
Estaria
Quando ele estiver
NÓS
Estaremos
Estaríamos
Quando nós estivermos
Particípio
VÓS
Estareis
Estaríeis
Quando vós estiverdes
Estado
ELES(AS)
Estarão
Estariam
Quando eles estiverem

domingo, 9 de março de 2014

EXEMPLOS DE REDAÇÕES: DESCRITIVA, NARRATIVA E DISSERTATIVA

REDAÇÃO DESCRITIVA

Descrição de pessoa: Darcy Ribeiro                                                                                                 
Autor: André Luiz Diniz Costa

Um dos mais brilhantes cidadãos brasileiros, Darcy Ribeiro provou ao mundo que um homem de nada mais precisa além da coragem e da força de vontade para modificar aquilo que, por covardia, simplesmente ignoramos. Ouvi-lo, mesmo que por alguns instantes, nos levava a conhecer sua sabedoria e simplicidade, era um verdadeiro intelectual cuja convivência com os índios o fez adquirir invejável formação humanística.
Darcy tinha a pele clara, olhos negros e curiosos, lábios finos e trazia em seu rosto marcas de quem já deixou sua marca na história, as quais harmoniosamente faziam-lhe inspirar profunda confiança. Apesar de diabético e lutar contra dois cânceres, não fez disso desculpa para o comodismo ante a seus ideais maiores, ele sabia o que queria, e não mediu esforço para conseguir.
Com seu espírito jovem e obstinado, Darcy Ribeiro estava sempre aprendendo e ensinando, ele sabia como ninguém pensar com serenidade e defender aquilo em que acreditava, porém era realista o suficiente para não se perder em "devaneios utópicos".
Acima de tudo, ele amava as crianças do Brasil, e em nome dessas fundou os CIEPs, no Rio de Janeiro, tendo também participação fundamental na criação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Seus esforços foram reconhecidos internacionalmente, valendo-lhe prêmios e homenagens por instituições de diversos países. Devido ao seu carisma, destacou-se como etnólogo, antropólogo, político, educador, escritor e historiador; tendo vários livros publicados.
Mais que uma sucessão interminável de adjetivos pomposos, Darcy Ribeiro representou um exemplo a ser seguido por qualquer um que tenha a consciência de seu dever para com a sociedade a que pertence. Portanto, homenageá-lo é dever de cada brasileiro.


Descrição de Objeto: Clarinete  
                                                                            
Autor: João Rodolfo Cavalcanti A. de Araújo

Um elemento clássico e imprescindível num concerto, o clarinete, com seu timbre aveludado, é o instrumento de sopro de maior extensão sonora, pelo que ocupa na banda de música o lugar do violino na orquestra.
O clarinete que possuo foi obtido após o meu nascimento, doado como presente de aniversário por meu bisavô, um velho músico, do qual carrego o nome sem tê-lo conhecido. O clarinete é feito de madeira, possui um tubo predominantemente cilíndrico formado por cinco partes dependentes entre si, em cujo encaixe prevalece a cortiça, além das chaves e anéis de junção das partes, de meta. Sua embocadura é de marfim com dois parafusos de regulagem, os quais fixam a palheta bucal.
Sua cor é confundivelmente marrom, havendo partes onde se encontra urna sensível passagem entre o castanho-claro e o escuro. Possuindo cerca de oitenta centímetros e pesando aproximadamente quatrocentos gramas, é facilmente desmontável, o que lhe confere a propriedade de caber numa caixinha de quarenta e cinco centímetros de comprimento e dez de largura.
Com pouco mais de um século, este clarinete permanece calado, latente, sem produzir sons nem músicas, pois, não herdei o dom de meu bisavô e nunca me interessei por este tipo de instrumento, mas, quem sabe se daqui a alguns anos não aparecerá um novo João Rodolfo, que herde ao mesmo tempo, de seu bisavô e tataravô, respectivamente, o instrumento e o dom.

Descrição de espaço (lugar): Um lugar inesquecível                                                                                         
Autora: Hildegarda

Localizado no Estado do Piauí, entre as cidades de São Raimundo Nonato e Coronel José Dias, encontra-se um dos locais mais bonitos do Brasil, o Parque Nacional Serra da Capivara, caracterizado pela sua paisagem exuberante e seus "mistérios" históricos.
Declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, este parque sensibiliza qualquer indivíduo que o visita. Suas rochas com formatos especiais, os diferentes animais silvestres e a impressão de estar a milhares de anos nos causam fortes sensações.
Os desenhos e pinturas nas cavernas e partes de esqueletos são também urna atração espetacular. Termos noção dos raros vestígios dos povos mais antigos da América é um fato marcante. Estudos revelam que a região da Serra da Capivara era coberta por densa floresta tropical. Hoje, sua vegetação é diferente, mas não apaga o aspecto de floresta.

Turistas de todo o mundo visitam o parque com frequência. Lamentavelmente, os turistas brasileiros são os que possuem menor índice de visitas, até porque não damos valor às belezas naturais e culturais que encontramos em nosso próprio país.

REDAÇÃO NARRATIVA

A narração está vinculada à nossa vida, pois sempre temos algo a contar. Narrar é relatar fatos e acontecimentos, reais ou fictícios, vividos por indivíduos, envolvendo ação e movimento.

A narrativa impõe certas normas:
a) o fato: que deve ter sequência ordenada; a sucessão de tais sequências recebe o nome de enredo, trama ou ação;
b) a personagem;
c) o ambiente: o lugar onde ocorreu o fato;
d) o momento: o tempo da ação

O relato de um episódio implica interferência dos seguintes elementos:
fato - o quê?        
personagem - quem?       
ambiente - onde?               
momento - quando?

Em qualquer narrativa estarão sempre presentes o fato e a personagem, sem os quais não há narração.
Na composição narrativa, o enredo gira em torno de um fato acontecido. Toda história tem um cenário onde se desenvolve. Desta forma, ao enfocarmos a trama, o enredo, teremos, obrigatoriamente, de fazer descrições para caracterizar tal cenário. Assim, acrescentamos: narração também envolve descrição.

Narração na 1ª Pessoa
A narração na 1ª pessoa ocorre quando o fato é contado por um participante, isto é; alguém que se envolva nos acontecimentos ao mesmo tempo em que conta o caso. Isso torna o texto muito comunicativo porque o próprio narrador conta o fato e assim o texto ganha o tom de conversa amiga. Além disso, esse tipo de narração é muito comum na conversa diária, quando o sujeito conta um fato do qual ele também é participante.

Narração na 3ª Pessoa
O narrador conta a ação do ponto de vista de quem vê o fato acontecer na sua frente. Entretanto o contador do caso não participa da ação.
Observar: "Era uma vez um boiadeiro lá no sertão, que tinha cara de bobo e fumaças de esperto. Um dia veio a Curitiba gastar os cobres de uma boiada".
Você percebeu que os verbos estão na 3ª pessoa (era, veio) e que o narrador conta o caso sem dele participar. O narrador sabe de tudo o que acontece na estória e por isso recebe o nome de narrado onisciente. Observe: "No hotel pediu um quarto, onde se fechou para contar o dinheiro. Só encontrou aquela nota de cem reais. O resto era papel e jornal...".
Você percebeu que o boiadeiro está só, fechado no quarto. Mas o narrador é onisciente (sabe o que se passa com o boiadeiro) e conta o que a personagem está fazendo.

REDAÇÃO DISSERTATIVA
Introdução
A introdução como o próprio nome já diz é onde é mostrado ao leitor o assunto que será abordado ou o ponto de vista que será defendido. O ideal é que seja feito não muito extenso para não cansar o leitor, mas que exclame perfeitamente o assunto que será abordado nos próximos parágrafos.

Desenvolvimento – (pode ser dividido em dois parágrafos: causa e consequência)
O desenvolvimento da sua redação será a parte onde você mostrará seus argumentos para defender ou explicar o assunto, coloque no texto todas as informações necessárias, mas sempre de forma clara e explicativa. Esteja sempre atento ao que escreve e se possível revise bem o desenvolvimento da sua redação para que não escreva coisa sem nexo.

Conclusão
Agora chegou a parte de fechar a sua redação dissertativa, é hora de mostrar ao leitor a seu pensamento final sobre esse assunto. É indicado que não se use palavras repetidas ou terminar o texto falando um pequeno resumo sobre tudo o que você fez. Leia várias vezes a sua redação para ter certeza de que esteja tudo correto e pronto.


CONSUMISMO

Vivemos em um mundo cada vez mais globalizado, no qual a dinâmica de informações é intensa e constante. A troca de ideias e mercadorias entre os mais distantes lugares tornou-se ainda mais frequente e rápida após o advento da internet. Dentro desse contexto, há um importante fator que deve ser levado em consideração: a mídia como um mecanismo de manipulação das massas.
Através de inúmeros meios de comunicação como rádio, televisão, jornais, revistas, outdoors, internet, entre outros, a mídia tem realizado o seu trabalho de convencer as pessoas a consumir. Para isso utiliza-se de algumas artimanhas, como artistas famosos e queridos que incitam o público a comprar os produtos divulgados. O ser humano nasce e cresce vivenciando esse mundo manipulado pela mídia, e acreditando que a felicidade possa ser encontrada quando se adquire determinada marca de roupa, calçado, carro, joia, celular ou qualquer outro produto. Divulga-se constantemente a ideia da felicidade comprada.
O individuo que nasce nesse ambiente consumista dificilmente aprende valores interiores e subjetivos, como a amizade, o amor ao próximo, o companheirismo, o respeito, a dignidade, a honestidade que o edificam como ser pensante e emotivo. Decorre disso a dificuldade de se preencher o vazio interior, o que é comumente buscado no consumo de bens concretos e superficiais. Não há como afirmar que tais bens são dispensáveis à felicidade, porém estes não estão capacitados a trazer a realização pessoal buscada pelo homem.
A partir das ideias discutidas, podemos concluir que uma das melhores maneiras de garantir a realização pessoal é combatendo o consumismo incitado pela mídia – uma vez que este proporciona uma felicidade maquiada e momentânea que não caracteriza uma realização pessoal plena e sólida – e educando nossas crianças com base em valores como a solidariedade, o amor e o respeito.


FICHA MAIS LIMPA

Mais uma vez, a Justiça acabou se revelando mais rigorosa em relação às exigências de moralidade na política do que o próprio Congresso. Na última semana, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que a chamada Lei da Ficha Limpa valerá para todos os candidatos condenados por crimes graves em órgãos colegiados, incluindo casos nos quais a condenação seja anterior à sanção da lei, em 4 de junho. Prevaleceu, portanto, a tese de que o Direito Eleitoral deve proteger a moralidade, e evitou-se assim o risco de o novo instrumento se tornar inócuo. Com essa manifestação da Justiça, perdem alguns políticos que, a partir da ampliação do alcance da lei, ficarão impedidos de concorrer em outubro e deverão, por isso, tentar derrubar a norma. Em compensação, ganham os eleitores, pois assim correrão menos riscos de eleger quem tem contas a acertar com a Justiça.
Mesmo levado a agir de alguma forma por um projeto de iniciativa popular apresentado em setembro do ano passado com o respaldo de 1,3 milhão de assinaturas, o Congresso vinha desde então hesitando em atender ao clamor popular. A aprovação só ocorreu depois do abrandamento do texto, que limitou o impedimento do registro de candidatura apenas para condenados em última instância. Mesmo assim, o Senado ainda tentou um recurso semântico para abrandar as exigências, mudando o tempo verbal “os que tenham sido”, como saiu da Câmara, para “os que forem” condenados.
Felizmente, na interpretação do TSE, prevaleceu a tese do relator da consulta sobre o projeto Ficha Limpa, ministro Cláudio Versiani, de que a causa da inelegibilidade incide sobre a situação do candidato no momento do registro, com prazo até 5 de julho. Não se trata como argumentou o relator, de perda de direito político, de punição, pois inelegibilidade não constitui pena. A condenação é que, por si só, sob esse ponto de vista, impede alguém de sair em busca de voto.
Só o corporativismo dos políticos é capaz de justificar a necessidade de a Justiça Eleitoral se pronunciar, impedindo o registro de candidaturas que os próprios partidos deveriam vetar, em respeito aos eleitores. Confrontada com a exposição de sucessivos descalabros na política e na administração pública de maneira geral, a sociedade brasileira tem razões de sobra para se mostrar cada vez menos tolerante com práticas do gênero. Esse é o tipo de deformação que só se mantinha pelo fato de ter sido associada a políticos a ideia de impunidade e pela insistência de muitos deles em buscar votos para garantir imunidade ou tratamento privilegiado.

O projeto que o TSE se encarregou de tornar um pouco mais rigoroso pode não ser abrangente o suficiente para as necessidades do país e não confere 100% de garantia ao eleitor de estar optando por um candidato ético. Mas, diante da falta de disposição dos parlamentares em se mostrarem mais rigorosos, constitui um alento na luta pela moralização.

(OBSERVAÇÃO: SÓ COLOQUE O TÍTULO CASO SEJA PEDIDO PELO EXAMINADOR OU TIVER UM ESPAÇO, OU SEJA, UMA LINHA CENTRALIZADA E MENOR QUE AS OUTRAS LINHAS NA QUAL A REDAÇÃO SERÁ ELABORADA.)

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

QUADRO I - CONECTIVOS

         QUADRO 1
IDEIAS
SIMPLES
COMPOSTOS
causa
porque, pois, por, porquanto, dado, visto, como
por causa de, devido a, em vista de, em virtude de, em face de, em razão de, já que, visto que, uma vez que, dado que
consequência imprevista
tão, tal, tamanho, tanto ..., que
de modo que, de forma que, de maneira que, de sorte que, tanto que
IDEIAS
SIMPLES
COMPOSTOS
consequência lógica
logo, portanto, pois, assim
assim sendo, por conseguinte
finalidade
para, porque
para que, a fim de que, a fim de, com o propósito de, com a intenção de, com o fito de, com o intuito de
condição
se, caso, mediante, sem, salvo
contanto que, a não ser que, a menos que, exceto se
oposição branda
mas, porém, contudo, todavia, entretanto
no entanto
oposição 
embora, conquanto, muito embora
apesar de, a despeito de, não obstante, malgrado a, sem embargo de, se bem que, mesmo que, ainda que, em que pese, posto que, por mais que, por muito que
comparação
como, qual
do mesmo modo que, como se, assim como, tal como
tempo
quando, enquanto, apenas, ao, mal
logo que, antes que, depois que, desde que, cada vez que, todas as vezes que, sempre que, assim que
proporção

á proporção que, à medida que
conformidade
conforme, segundo, consoante, como
de acordo com, em conformidade com
alternância
ou
nem ...nem, ou ... ou, ora ... ora, quer ... quer, seja ... seja
adição
e, nem
não só ... mas também, tanto ... como, não apenas ... como
restrição
que




QUADRO 2
Como indicar as circunstâncias e outras relações
Observe a correlação entre conectivos e as idéias expressas por eles, na tabela a seguir:
Conectivo
Valor semântico
Exemplo
Assim, desse modo
Têm valor exemplificativo, servem, normalmente, para explicitar, confirmar ou ilustrar o que se disse antes.
O Governador resolveu não se  comprometer com nenhum dos candidatos a prefeito. Assim, ele ficará à vontade para negociar com quem quer que seja eleito.
E
Serve para anunciar uma progressão e não para repetir o que foi dito antes. Além disso, as idéias expressas devem poder figurar como complementos.
Correto: Este trator serve para arar a terra e para fazer a colheita.

Errado: Tinha preguiça de estudar e dormiu.
Ainda
Serve para a inclusão de elementos
As eleições devem servir para melhorar consolidar o processo democrático. Servem, ainda, para definir os rumos que os moradores querem para a cidade.
Aliás, além do mais, além de tudo, além disso
Introduzem um argumento decisivo, apresentado como acréscimo, como se fosse desnecessário, justamente para dar o golpe final no argumento contrário.
Os salários estão cada vez mais baixos porque os aumentos concedidos não acompanham a inflação. Além disso, os impostos acabam por deteriorar ainda mais os já achatados salários.
Isto é, quer dizer, ou seja, ou melhor, em outras palavras
Introduzem esclarecimentos ou retificações do que foi dito
Muitos jornais, principalmente em época de eleição, alardeiam sua neutralidade. Isto é, seu pretenso descompromisso com partidos e candidatos.
Mas, porém, contudo, todavia, no entanto, entretanto
Marcam oposição clara entre dois argumentos. Tudo o que vem depois deles é a idéia mais relevante na frase
 EUA é bom, mas é uma porcaria.
O Brasil é uma porcaria, mas é bom.
Queria muito ser admitido pela empresa, entretanto não possuía as qualificações necessárias.
Embora, ainda que, mesmo que
Estabelecem ao mesmo tempo relações de oposição e concessão. Servem para admitir um dado contrário para depois negar seu valor.
Ainda que a ciência e a técnica tenham presenteado o homem com muitos avanços e comodidades, não resolveram o problema das injustiças.
Pois
Quando tem valor explicativo, denota que a idéia posterior a ele é a causa óbvia para o caso. Quando vem entre vírgulas, tem valor conclusivo.
Ele brigou feio com a namorada, pois ela o ofendeu gratuitamente.(explicativo)

Não conseguiu a nota esperada. Ficou, pois, decepcionado com eu desempenho. (conclusivo)
Porque, por isso que, visto que, uma vez que, haja vista que, em virtude de, devido a,
Estabelecem relações de causa e conseqüência
Negou-se a prestar esclarecimentos à polícia, devido a isso foi preso.
A fim de, para que, com o intuito de, com a intenção de, com o fito de
Estabelecem relações de finalidade, as quais revelam a intenção clara de quem praticou a idéia expressa.
 Acelerou o carro a fim de atingir o homem que atravessava a rua.
Tanto que, tão que
Estabelecem relações de conseqüência, as quais ao acidentais.
Acelerou tanto o carro que atingiu o homem que atravessava a rua.

A menos que, se, caso
Introduzem as condições para que um fato se dê.
 A menos que tenha de trabalhar, irei à festa.
Caso não tenha de trabalhar irei à festa.

O uso dos verbos: relações de tempo e aspecto


Tempo  verbal
Aspecto
Exemplo
Presente do indicativo
Hábito atual
Presentificação de fatos para aumentar-lhes a veracidade
Eu estudo língua italiana.
Estou para numa de esquina de Copacabana. São duas horas da madrugada.”(Fernando Sabino)
Pretérito imperfeito do indicativo
Simultaneidade ou duração no passado
Hábito passado
Vontade ou desejo
Quando cheguei, ele ainda dormia.

Eu andava de bicicleta na infância.
Queria  que você fosse comigo ao show.
Futuro do presente
Hipótese
Observância a normas ou preceitos
Quantos não estarão morrendo com este frio.
“Não matarás.
Pretérito mais que perfeito
desejo
Quem  dera eu tivesse sua idade!
Modo subjuntivo
Expressa possibilidades
Se eu pudesse, iria com você.
Quando eu puder, irei com você.