Substantivos
Por definição, substantivo:
• Do ponto de vista semântico: indica o ser;
• Do ponto de vista mórfico: assume as categorias de gênero e número;
• Do ponto de vista sintático: funciona como suporte ao qual se associam palavras modificadoras.
Classificação
• Próprio – o que designa um único indivíduo de um conjunto: Pedro, Minas Gerais, França.
• Comum – o que designa qualquer elemento de um conjunto da mesma espécie: aluno, país, casa.
• Coletivo – o que, mesmo no singular, designa um conjunto de elementos: boiada, cardume.
• Concreto – o que designa qualidade, ações ou atributos dos seres como se existissem em si mesmos: beleza, crueldade, demolição.
Flexão de gênero
Regra geral
O gênero masculino é marcado pela desinência “o”. o gênero feminino é marcado pela desinência “a”.
Exemplo: aluno, aluna.
Gêneros marcados pela terminação da palavra
• substantivos terminados em “or” fazem feminino em “a”.
• substantivos terminados em “e” trocam o “e” por “a”.
• substantivos terminados em “ão” fazem o feminino através das formas “oa”, “ona”, “ã”.
• substantivos terminados em “es”, “l”, “z” fazem o feminino em “a”
• muitos femininos são marcados pelos sufixos “isa”, “esa”, “essa” (sempre femininos).
Comum-de-dois
É o substantivo que tem uma só forma gramatical para designar os dois sexos de pessoas. A oposição entre masculino e feminino se faz pelo artigo.
Epiceno
É o substantivo que tem a mesma forma gramatical para designar os dois sexos de animais. A oposição entre o masculino e feminino se faz pelo artigo.
Sobrecomum
É o substantivo que, com uma só forma, designa seres do sexo masculino e do feminino. A oposição entre masculino e feminino se faz pelos adjetivos macho e fêmea
Heterônimo
É o substantivo em que a oposição gramatical entre masculino e feminino se faz através do próprio radical da palavra.
Adjetivo
Por definição, adjetivo:
• Do ponto de vista semântico: designa qualidade do ser;
• Do ponto de vista mórfico: assume flexões de gênero e número; assume também a categoria de grau, designando intensidade maior ou menor de uma qualidade;
• Do ponto de vista sintático: funciona como modificador do substantivo ou de palavras com valor de substantivo.
Observações:
1. adjetivo pode ser substantivo. Exemplo: os bons foram escolhidos
2. Ao lado do adjetivo pode ocorrer a locução adjetiva, formada de preposição + substantivo. Exemplo: transparência vítrea / transparência de vidro.
Gênero dos adjetivos
A formação do gênero dos adjetivos é análogo à dos substantivos.
Número dos adjetivos
O plural dos adjetivos é formado conforme o substantivo
Grau dos adjetivos
O grau designa a insidade maior ou menor com que uma qualidade é atribuída ao substantivo. O grau pode ser formado pelos processos:
• Sintético: agregando-se ao adjetivo sulfixos intensificadores;
• Analítico: associando-se ao adjetivo palavras soltas designativas de intensificação.
Artigo
Por definição, artigo:
• Do ponto de vista semântico: serve para determinar ou indeterminar o substantivo a que se refere. Daí a subdivisão em artigo definido (o, a, os, as) e artigos indefinidos (um, uma, uns, umas);
• Do ponto de vista mórfico: flexiona-se em gênero (o - a), (um – umas) e número (os – as), (uns – umas);
• Do ponto de vista sintático: associa-se ao substantivo, nunca podendo pospor-se a este.
Numeral
Por definição, numeral
1. Do ponto de vista semântico: quantifica ou ordena o substantivo ou palavra equivalente. Subdivide-se em:
- Cardinais: designam quantidade determinadas de seres (um, dois..)
- Fracionários: designam o número de partes em que se divide uma quantidade (meio, terço..)
- Multiplicativos: designam o número de vezes em que a quantidade é multiplicada (duplo, triplo..)
- Ordinais: designam a posição numérica em que se localiza determinado ser (primeiro, segundo..)
2. Do ponto de vista mórfico: os cardinais, exceto “um”, são plurais. Quanto ao gênero são invariáveis exceto: um - uma, dois – duas e as centenas superiores a cem: duzentos – duzentas, etc.
Os numerais ordinais flexionam-se em gênero (segundo – segunda) e números (segundo – segundas).
3. Do ponto de vista sintático: vêm associados ao substantivo.
Pronome
Por definição, pronome:
• Do ponto de vista semântico: designa uma das três pessoas do discurso ou seres relacionados a elas;
• Do ponto de vista mórfico: assume flexões de gênero (meu – minha), número (meu – meus ) e pessoa ( eu, tu, ele).
• Do ponto de vista sintático: pode ser “pronome adjetivo” e “pronome substantivo”.
Pronome pessoal
É aquele que designa uma das três pessoas do discurso.
Subdivisões dos pronomes pessoais
1. Do caso reto: funcionam, na frase, como sujeito..
2. Do caso oblíquo: funcionam, na frase, como complementos. Subdividem-se em:
• Átonos: nunca precedidos de preposição (me, te, se, lhe, nos, etc.)
• Tônicos: sempre precedidos de preposição (preposição + mim, ti, si, ele, ela, nós, etc.)
Observação:
Precedidos da preposição “com”, os oblíquos tônicos combinam-se, dando as formas “comigo, contigo, consigo”, etc.)
Pronome possessivo
É aquele que designa a qual das três pessoas pertence determinado ser.
Pronome demonstrativo
É aquele que designa a posição (no espaço, no tempo, ou no interior do discurso) que um determinado ser ocupa em relação a uma das três pessoas do discurso.
Pronome relativo
É aquele que projeta na oração posterior um elemento da oração anterior (o antecedente), estabelecendo relação sintática entre elas.
Pronomes indefinidos
Pertencendo à terceira pessoa gramatical, designam qualquer elemento de um conjunto ou sua totalidade.
Pronome interrogativo
É um tipo de pronome indefinido com que se introduzem frases interrogativas diretas ou indiretas.
Advérbios
Por definição, advérbio:
• Do ponto de vista sintático: vem associado a verbo, adjetivo ou ao próprio advérbio;
• Do ponto de vista mórfico: é invariável;
• Do ponto de vista semântico – denota circustância de modo, tempo, lugar, etc.
Conforme a circunstância que exprime, o advérbio classifica-se em advérbio :
De dúvida, de lugar, de modo, de tempo, de intensidade, de afirmação, a negação.
Locução adverbial
É a expressão formada de preposição mais substantivo, ligada ao verbo com função equivalente à do advérbio.
Preposição
Por definição, preposição:
• Do modo de vista, sintático: liga palavras entre si;
• Do ponto de vista mórfico: é invariável;
• Do ponto de semântico: estabelece certos tipos de relação entre as palavras que liga.
A preposição classifica-se em:
• Essencial: sempre funciona como preposição;
• Acidental: pode assumir outras funções morfológicas.
Locuções prepositivas
Quando duas ou mais palavras funcionam com valor de uma única preposição.
Conjunção
Por definição, conjunção:
• Do ponto de vista sintático: estabelece relação entre duas orações;
• Do ponto de vista mórfico: é invariável;
• Do ponto de vista semântico: estabelece relações de vários sentidos entre as orações que liga.
Classificações da conjunção
Coordenativa
• Aditiva: estabelece relação de soma
• Adversativa: relação de oposição, de adversidade
• Alternativa: relação de conclusão
• Explicativa: relação de confirmação ou de justificação
Subordinativa
• Integrante: introduz oração subordinada substantiva
• Causal: estabelece relação de causa
• Comparativa: relação de comparação
• Concessiva: relação de concessão
• Condicional: relação de condição
• Conformativa: relação de conformação, adequação.
• Consecutiva: relação de consequência
• Final: relação de finalidade
• Proporcional: relação de proporcionalidade
• Temporal: relação de tempo
INTERJEIÇÃO
São palavras que exprimem um estado ( espanto, alivio, advertência, alegria, dor, saudação, desaprovação, desejo, indignação, desculpa, etc.).
O estado emotivo expresso pela interjeição é determinado pela entonação com que é pronunciada. Essa entonação é indicada pelo ponto de exclamação.
VERBO
São palavras que variam em pessoa, número, tempo, modo e voz e que indicam ação (correr), estado (ficar), fenômeno (chover), fato (nascer).
Flexões Verbais:
Pessoa: varia a forma verbal para indicar a pessoa gramatical a que se refere:
Número: varia a forma verbal para indicar o número de sujeitos a que se refere:
Tempo:
Presente: indica a ação que acontece durante o momento em que se fala.
Pretérito: indica a ação que acontece antes de se falar.
Futuro: indica a ação que vai acontecer depois de se falar.
Modo:
Indicativo: indica uma realidade
Subjuntivo: indica uma dúvida, uma possibilidade.
Imperativo: indica uma ordem, um pedido, um conselho, um desejo, uma súplica.
Voz: indica se o sujeito pratica ou recebe ação. Há três vozes verbais:
1- voz ativa: o sujeito pratica a ação ( agente ).
2- voz passiva: o sujeito sofre a ação ( paciente )
3- voz reflexiva: o sujeito pratica e recebe a ação.
quinta-feira, 24 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
FIGURAS DE LINGUAGEM
FIGURAS DE LINGUAGEM
DEFINIÇÃO: Figuras de linguagem são certos recursos não-convencionais que o falante ou escritor cria para dar maior expressividade à sua mensagem.
METÁFORA: É o emprego de uma palavra com o significado de outra em vista de uma relação de semelhanças entre ambas. É uma comparação subentendida.
Exemplo:
• Minha boca é um túmulo.
• Essa rua é um verdadeiro deserto.
COMPARAÇÃO: Consiste em atribuir características de um ser a outro, em virtude de uma determinada semelhança.
Exemplo:
• O meu coração está igual a um céu cinzento.
• O carro dele é rápido como um avião.
PROSOPOPÉIA: É uma figura de linguagem que atribui características humanas a seres inanimados. Também podemos chamá-la de PERSONIFICAÇÃO.
Exemplo:
• O céu está mostrando sua face mais bela.
• O cão mostrou grande sisudez.
SINESTESIA: Consiste na fusão de impressões sensoriais diferentes.
Exemplo:
• Raquel tem um olhar frio, desesperador.
• Aquela criança tem um olhar tão doce.
CATACRESE: É uma metáfora desgastada, tão usual que já não percebemos. Assim, a catacrese é o emprego de uma palavra no sentido figurado por falta de um termo próprio.
Exemplo:
• O menino quebrou o braço da cadeira.
• A manga da camisa rasgou.
METONÍMIA: É a substituição de uma palavra por outra, quando existe uma relação lógica, uma proximidade de sentidos que permite essa troca. Ocorre metonímia quando empregamos:
- O autor pela obra.
Exemplo: Li Jô Soares dezenas de vezes. (a obra de Jô Soares)
- o continente pelo conteúdo.
Exemplo: O ginásio aplaudiu a seleção. (ginásio está substituindo os torcedores)
- a parte pelo todo.
Exemplo: Vários brasileiros vivem sem teto, ao relento. (teto substitui casa)
- o efeito pela causa.
Exemplo: Suou muito para conseguir a casa própria. (suor substitui o trabalho)
PERÍFRASE: É a designação de um ser através de alguma de suas características ou atributos, ou de um fato que o celebrizou.
Exemplo:
• A Veneza Brasileira também é palco de grandes espetáculos. (Veneza Brasileira = Recife)
• A Cidade Maravilhosa está tomada pela violência. (Cidade Maravilhosa = Rio de Janeiro)
ANTÍTESE: Consiste no uso de palavras de sentidos opostos.
Exemplo:
• Nada com Deus é tudo.
• Tudo sem Deus é nada.
EUFEMISMO: Consiste em suavizar palavras ou expressões que são desagradáveis.
Exemplo:
• Ele foi repousar no céu, junto ao Pai. (repousar no céu = morrer)
• Os homens públicos envergonham o povo. (homens públicos = políticos)
HIPÉRBOLE: É um exagero intencional com a finalidade de tornar mais expressiva a idéia.
Exemplo:
• Ela chorou rios de lágrimas.
• Muitas pessoas morriam de medo da perna cabeluda.
IRONIA: Consiste na inversão dos sentidos, ou seja, afirmamos o contrário do que pensamos.
Exemplo:
• Que alunos inteligentes, não sabem nem somar.
• Se você gritar mais alto, eu agradeço.
ONOMATOPÉIA: Consiste na reprodução ou imitação do som ou voz natural dos seres.
Exemplo:
• Com o au-au dos cachorros, os gatos desapareceram.
• Miau-miau. – Eram os gatos miando no telhado a noite toda.
ALITERAÇÃO: Consiste na repetição de um determinado som consonantal no início ou interior das palavras.
Exemplo: O rato roeu a roupa do rei de Roma.
ELIPSE: Consiste na omissão de um termo que fica subentendido no contexto, identificado facilmente.
Exemplo: Após a queda, nenhuma fratura.
ZEUGMA: Consiste na omissão de um termo já empregado anteriormente.
Exemplo: Ele come carne, eu verduras.
PLEONASMO: Consiste na intensificação de um termo através da sua repetição, reforçando seu significado.
Exemplo: Nós cantamos um canto glorioso.
POLISSÍNDETO: É a repetição da conjunção entre as orações de um período ou entre os termos da oração.
Exemplo: Chegamos de viagem e tomamos banho e saímos para dançar.
ASSÍNDETO: Ocorre quando há a ausência da conjunção entre duas orações.
Exemplo:
• Chegamos de viagem, tomamos banho, depois saímos para dançar.
ANACOLUTO: Consiste numa mudança repentina da construção sintática da frase.
Exemplo: Ele, nada podia assustá-lo.
Nota: o anacoluto ocorre com freqüência na linguagem falada, quando o falante interrompe a frase, abandonando o que havia dito para reconstruí-la novamente.
ANAFÓRA: Consiste na repetição de uma palavra ou expressão para reforçar o sentido, contribuindo para uma maior expressividade.
Exemplo:
• Cada alma é uma escada para Deus,
• Cada alma é um corredor-Universo para Deus,
• Cada alma é um rio correndo por margens de Externo
• Para Deus e em Deus com um sussurro noturno. (Fernando Pessoa)
SILEPSE:
Ocorre quando a concordância é realizada com a idéia e não sua forma gramatical. Existem três tipos de silepse: gênero, número e pessoa.
De gênero. Ex.: Vossa excelência está preocupado com as notícias. (a palavra vossa excelência é feminina quanto à forma, mas nesse exemplo a concordância se deu com a pessoa a que se refere o pronome de tratamento e não com o sujeito).
De número. Ex.: A boiada ficou furiosa com o peão e derrubaram a cerca. (nesse caso a concordância se deu com a idéia de plural da palavra boiada).
De pessoa. Ex.: As mulheres decidimos não votar em determinado partido até prestarem conta ao povo. (nesse tipo de silepse, o falante se inclui mentalmente entre os participantes de um sujeito em 3ª pessoa).
SÍNTESE DO TUTORIAL
As figuras de linguagem são recursos não-convencionais que o falante ou escritor cria para dar maior expressividade à sua mensagem.
Metáfora é o emprego de uma palavra com o significado de outra em vista de uma relação de semelhança.
Comparação é uma atribuição de característica de um ser a outro em virtude de uma determinada semelhança.
Prosopopéia atribui características humanas a seres inanimados.
Sinestesia consiste na fusão de impressões sensoriais diferentes.
Catacrese é uma metáfora desgastada, tão usual que já não percebemos, ou seja, é o emprego de uma palavra no sentido figurado por falta de um termo próprio.
Metonímia é a substituição de uma palavra por outra, quando existe uma relação lógica, uma proximidade de sentidos que permite essa troca.
Perífrase é a designação de um ser através de alguma de suas características ou atributos, ou de um fato que o celebrizou.
Antítese consiste no uso de palavras de sentidos opostos.
Eufemismo consiste em suavizar palavras ou expressões que são desagradáveis.
Hipérbole é um exagero intencional com a finalidade de tornar mais expressiva à idéia.
Ironia consiste na inversão dos sentidos, ou seja, afirmamos o contrário do que pensamos.
Onomatopéia consiste na reprodução ou imitação do som ou voz natural dos seres.
Aliteração consiste na repetição de um determinado som consonantal no início ou interior das palavras.
Elipse consiste na omissão de um termo que fica subentendido no contexto, identificado facilmente.
Zeugma consiste na omissão de um termo já empregado anteriormente.
Pleonasmo consiste na intensificação de um termo através da sua repetição, reforçando seu significado.
Polissíndeto é a repetição da conjunção entre as orações de um período ou entre os termos da oração.
Assíndeto ocorre quando há a ausência da conjunção entre duas orações.
Anacoluto consiste numa mudança repentina da construção sintática da frase.
Anáfora consiste na repetição de uma palavra ou expressão para reforçar o sentido, contribuindo para uma maior expressividade.
Silepse ocorre quando a concordância é realizada com a idéia e não sua forma gramatical. Existem três tipos de silepse: gênero, número e pessoa.
DEFINIÇÃO: Figuras de linguagem são certos recursos não-convencionais que o falante ou escritor cria para dar maior expressividade à sua mensagem.
METÁFORA: É o emprego de uma palavra com o significado de outra em vista de uma relação de semelhanças entre ambas. É uma comparação subentendida.
Exemplo:
• Minha boca é um túmulo.
• Essa rua é um verdadeiro deserto.
COMPARAÇÃO: Consiste em atribuir características de um ser a outro, em virtude de uma determinada semelhança.
Exemplo:
• O meu coração está igual a um céu cinzento.
• O carro dele é rápido como um avião.
PROSOPOPÉIA: É uma figura de linguagem que atribui características humanas a seres inanimados. Também podemos chamá-la de PERSONIFICAÇÃO.
Exemplo:
• O céu está mostrando sua face mais bela.
• O cão mostrou grande sisudez.
SINESTESIA: Consiste na fusão de impressões sensoriais diferentes.
Exemplo:
• Raquel tem um olhar frio, desesperador.
• Aquela criança tem um olhar tão doce.
CATACRESE: É uma metáfora desgastada, tão usual que já não percebemos. Assim, a catacrese é o emprego de uma palavra no sentido figurado por falta de um termo próprio.
Exemplo:
• O menino quebrou o braço da cadeira.
• A manga da camisa rasgou.
METONÍMIA: É a substituição de uma palavra por outra, quando existe uma relação lógica, uma proximidade de sentidos que permite essa troca. Ocorre metonímia quando empregamos:
- O autor pela obra.
Exemplo: Li Jô Soares dezenas de vezes. (a obra de Jô Soares)
- o continente pelo conteúdo.
Exemplo: O ginásio aplaudiu a seleção. (ginásio está substituindo os torcedores)
- a parte pelo todo.
Exemplo: Vários brasileiros vivem sem teto, ao relento. (teto substitui casa)
- o efeito pela causa.
Exemplo: Suou muito para conseguir a casa própria. (suor substitui o trabalho)
PERÍFRASE: É a designação de um ser através de alguma de suas características ou atributos, ou de um fato que o celebrizou.
Exemplo:
• A Veneza Brasileira também é palco de grandes espetáculos. (Veneza Brasileira = Recife)
• A Cidade Maravilhosa está tomada pela violência. (Cidade Maravilhosa = Rio de Janeiro)
ANTÍTESE: Consiste no uso de palavras de sentidos opostos.
Exemplo:
• Nada com Deus é tudo.
• Tudo sem Deus é nada.
EUFEMISMO: Consiste em suavizar palavras ou expressões que são desagradáveis.
Exemplo:
• Ele foi repousar no céu, junto ao Pai. (repousar no céu = morrer)
• Os homens públicos envergonham o povo. (homens públicos = políticos)
HIPÉRBOLE: É um exagero intencional com a finalidade de tornar mais expressiva a idéia.
Exemplo:
• Ela chorou rios de lágrimas.
• Muitas pessoas morriam de medo da perna cabeluda.
IRONIA: Consiste na inversão dos sentidos, ou seja, afirmamos o contrário do que pensamos.
Exemplo:
• Que alunos inteligentes, não sabem nem somar.
• Se você gritar mais alto, eu agradeço.
ONOMATOPÉIA: Consiste na reprodução ou imitação do som ou voz natural dos seres.
Exemplo:
• Com o au-au dos cachorros, os gatos desapareceram.
• Miau-miau. – Eram os gatos miando no telhado a noite toda.
ALITERAÇÃO: Consiste na repetição de um determinado som consonantal no início ou interior das palavras.
Exemplo: O rato roeu a roupa do rei de Roma.
ELIPSE: Consiste na omissão de um termo que fica subentendido no contexto, identificado facilmente.
Exemplo: Após a queda, nenhuma fratura.
ZEUGMA: Consiste na omissão de um termo já empregado anteriormente.
Exemplo: Ele come carne, eu verduras.
PLEONASMO: Consiste na intensificação de um termo através da sua repetição, reforçando seu significado.
Exemplo: Nós cantamos um canto glorioso.
POLISSÍNDETO: É a repetição da conjunção entre as orações de um período ou entre os termos da oração.
Exemplo: Chegamos de viagem e tomamos banho e saímos para dançar.
ASSÍNDETO: Ocorre quando há a ausência da conjunção entre duas orações.
Exemplo:
• Chegamos de viagem, tomamos banho, depois saímos para dançar.
ANACOLUTO: Consiste numa mudança repentina da construção sintática da frase.
Exemplo: Ele, nada podia assustá-lo.
Nota: o anacoluto ocorre com freqüência na linguagem falada, quando o falante interrompe a frase, abandonando o que havia dito para reconstruí-la novamente.
ANAFÓRA: Consiste na repetição de uma palavra ou expressão para reforçar o sentido, contribuindo para uma maior expressividade.
Exemplo:
• Cada alma é uma escada para Deus,
• Cada alma é um corredor-Universo para Deus,
• Cada alma é um rio correndo por margens de Externo
• Para Deus e em Deus com um sussurro noturno. (Fernando Pessoa)
SILEPSE:
Ocorre quando a concordância é realizada com a idéia e não sua forma gramatical. Existem três tipos de silepse: gênero, número e pessoa.
De gênero. Ex.: Vossa excelência está preocupado com as notícias. (a palavra vossa excelência é feminina quanto à forma, mas nesse exemplo a concordância se deu com a pessoa a que se refere o pronome de tratamento e não com o sujeito).
De número. Ex.: A boiada ficou furiosa com o peão e derrubaram a cerca. (nesse caso a concordância se deu com a idéia de plural da palavra boiada).
De pessoa. Ex.: As mulheres decidimos não votar em determinado partido até prestarem conta ao povo. (nesse tipo de silepse, o falante se inclui mentalmente entre os participantes de um sujeito em 3ª pessoa).
SÍNTESE DO TUTORIAL
As figuras de linguagem são recursos não-convencionais que o falante ou escritor cria para dar maior expressividade à sua mensagem.
Metáfora é o emprego de uma palavra com o significado de outra em vista de uma relação de semelhança.
Comparação é uma atribuição de característica de um ser a outro em virtude de uma determinada semelhança.
Prosopopéia atribui características humanas a seres inanimados.
Sinestesia consiste na fusão de impressões sensoriais diferentes.
Catacrese é uma metáfora desgastada, tão usual que já não percebemos, ou seja, é o emprego de uma palavra no sentido figurado por falta de um termo próprio.
Metonímia é a substituição de uma palavra por outra, quando existe uma relação lógica, uma proximidade de sentidos que permite essa troca.
Perífrase é a designação de um ser através de alguma de suas características ou atributos, ou de um fato que o celebrizou.
Antítese consiste no uso de palavras de sentidos opostos.
Eufemismo consiste em suavizar palavras ou expressões que são desagradáveis.
Hipérbole é um exagero intencional com a finalidade de tornar mais expressiva à idéia.
Ironia consiste na inversão dos sentidos, ou seja, afirmamos o contrário do que pensamos.
Onomatopéia consiste na reprodução ou imitação do som ou voz natural dos seres.
Aliteração consiste na repetição de um determinado som consonantal no início ou interior das palavras.
Elipse consiste na omissão de um termo que fica subentendido no contexto, identificado facilmente.
Zeugma consiste na omissão de um termo já empregado anteriormente.
Pleonasmo consiste na intensificação de um termo através da sua repetição, reforçando seu significado.
Polissíndeto é a repetição da conjunção entre as orações de um período ou entre os termos da oração.
Assíndeto ocorre quando há a ausência da conjunção entre duas orações.
Anacoluto consiste numa mudança repentina da construção sintática da frase.
Anáfora consiste na repetição de uma palavra ou expressão para reforçar o sentido, contribuindo para uma maior expressividade.
Silepse ocorre quando a concordância é realizada com a idéia e não sua forma gramatical. Existem três tipos de silepse: gênero, número e pessoa.
quarta-feira, 9 de março de 2011
CONJUNÇÕES
CONJUNÇÕES
Conjunção é a palavra invariável que liga orações ou termos semelhantes de uma oração. As conjunções podem ser coordenativas e subordinativas.
CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
As conjunções coordenativas ligam orações independentes uma da outra, ou seja, orações coordenadas:
• Aditivas (exprimem adição e soma) → e, também, mas também, mas ainda, senão também, como também, bem como.
• Adversativas (exprimem oposições e contraste) → mas, porém, todavia, contudo, senão, entretanto, ao passo que, , antes, no entanto, não obstante, apenas disso, em todo caso.
• Alternativas (exprimem alternância ou exclusão) → ou, ora, já, quer.
• Conclusiva (exprimem conclusão) → logo, portanto, por conseguinte, pois (quando colocado depois do verbo), por isso.
• Explicativas (exprimem explicação) → que, porque, porquanto, pois (antes de verbo).
CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS
Ligam duas orações dependentes uma da outra, sendo uma oração principal e uma oração subordinada. São elas:
• Causais (exprimem causa) → porque, que, pois, como, porquanto, visto que, visto como, já que. Uma vez que, desde que.
• Comparativas (estabelecem comparação) → como, tal, tal e qual, assim como, tal como, tão como, tanto como, mais que, mais do que, menos que, menos do que, tanto que, que nem, feito, o mesmo que.
• Concessivas (exprimem concessão) → embora, conquanto, que, ainda que, mesmo que, ainda quando, mesmo quando, posto que, por mais que, por menos que, por muito que, se bem que, em que pese, nem que, dado que, sem que.
• Condicionais (exprimem condição ou hipótese) → se, caso, contanto que, desde que, salvo se, sem que, a na ser que, a menos que, dado que.
• Conformativas (exprimem consequência) → como, conforme, segundo, consoante.
• Consecutivas (exprimem conformidade) → tal que, tão que, tanto que, de sorte que, de modo que, de forma que, de maneira que, sem que.
• Finais (exprimem finalidade) → para que, a fim de que, para que.
• Proporcionais (indicam proporção) → à proporção que, à medida que, ao passo que, quanto mais, tanto mais, tanto mais, tanto quanto.
• Temporais (indicam tempo) → quando, enquanto, logo que, mal, sempre que, assim que, desde que, antes que, depois que, até que, agora que.
• Integrantes → que, se
PRONOME DE TRATAMENTO
Normalmente, não nos dirigimos a uma pessoa mais velha, que você não conheça, utilizando "você". Tampouco se fala com uma criança com o pronome "senhor". São as escolhas de "pronomes de tratamento" que fazemos ao falar ou escrever a alguém. Embora esses pronomes se refiram à 2ª pessoa, aquela com quem se fala, eles se comportam como pronomes de 3ª pessoa. O exemplo mais simples é o do pronome você muito empregado no português coloquial do Brasil. Veja:
VOCÊ É MUITO INTELIGENTE.
O verbo ser (É) está na 3ª pessoa do singular no momento em que é conjugado.
Mas, quando VOCÊ é a pessoa com quem se fala e corresponde a pessoa TU
Ou seja, gramaticalmente, é incorreto dizer "tu é" assim como "você és", mesmo que em certos lugares do Brasil já seja comum usar-se o "tu" com o verbo na 3ª pessoa. Os pronomes de tratamento podem ser informais, como o "você", mas podem ser bastante formais, como é o caso dos pronomes de reverência. Conheça todos os pronomes de tratamento e saiba quando empregá-los no quadro abaixo.
PRONOME DE TRATAMENTO
• Utilize VOSSA EXCELÊNCIA (V.Exª) para:
o Presidente da República
o Vice-Presidente da República
o Ministros de Estado
o Chefe do Estado Maior das Forças Armadas
o Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República
o Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República
o Consultor Geral da República
o Chefe do Serviço Nacional de Informações
o Presidentes e Membros das Assembléias Legislativas dos Estados
o Governadores de Estado e Vice-Governadores
o Prefeitos Municipais
o Secretários de Estado
o Senadores
o Deputados
o Juízes do Trabalho, Juízes de Direito e Juízes Eleitorais
o Procurador Geral da República
o Embaixadores e Cônsules
o Generais e Marechais
o VOCATIVO: Excelentíssimo Senhor (Exmº.Sr) e Meritíssimo (MM) para juízes
• Utilize VOSSA SENHORIA (V.Sª) para:
o Funcionários graduados
o Organizações comerciais e industriais
o Particulares em geral
o VOCATIVO: Ilustríssimo Senhor (Ilmº.Sr.)
• Utilize VOSSA EMINÊNCIA (V.Emª) para:
o Cardeais
o VOCATIVO: Eminentíssimo Senhor (Emmº.Sr.)
• Utilize VOSSA EXCELÊNCIA REVERENDÍSSIMA (V.Exª.Revmª) para:
o Arcebispos e Bispos
o VOCATIVO: Excelentíssimo Senhor (Exmº.Sr.)
• Utilize VOSSA SANTIDADE (V.S.) para:
o Papa
o VOCATIVO: Santíssimo Padre ou Beatíssimo Padre
• Utilize REVERENDO (Revdº.) para:
o Sacerdotes
o Clérigos
o Religiosos
o VOCATIVO: Reverendo
• Utilize VOSSA MAGNIFICÊNCIA para:
o Reitores de Universidades
o VOCATIVO: Magnífico Reitor
• Utilize VOSSA MAJESTADE (V.M.) para:
o Imperadores
o Reis
o Rainhas
• Utilize VOSSA ALTEZA (V.A.) para:
o Príncipes e Princesas
IMPORTANTE
Atenção. Existem duas possibilidades de tratamento a autoridades:
• VOSSA - quando nos dirigimos à Autoridade, como na frase "Vossa Excelência viajará amanhã?"
• SUA - quando nos referimos à Autoridade, como na frase "Sua Santidade avisa que concederá audiências."
Iniciais maiúsculas ou minúsculasAlgumas gramáticas do pt-BR sugerem, para pronomes de tratamento mais usuais — tais como senhor, senhora, doutor, dona, dom, senhorita, professor, você —, empregar letras minúsculas quando por extenso e inicial maiúscula nas formas abreviadas.
Existe uma forte tendência na escrita moderna de se adotar minúsculas, em ambas as situações. Atualmente, embora muitos textos jornalísticos adotem somente as minúsculas, nas repartições públicas a praxe é o emprego das maiúsculas.
Pronome de tratamento, axiónimo (português europeu) ou axiônimo (português brasileiro) é a palavra que auxilia numa liguagem mais formal empregada da mesma maneira que os pronomes pessoais. Segundo os gramáticos, estes pronomes pertencem à terceira pessoa, mas substituindo o "tu" da segunda pessoa. No português brasileiro, o pronome de tratamento você é em várias regiões usado em substituição ao pronome pessoal tu, sendo em prática (geralmente) tido como pronome pessoal.
Entre os pronomes pessoais, incluem-se os pronomes de tratamento, que se referem à segunda pessoa do discurso, mas cuja concordância é feita em terceira pessoa.
Exemplos: Vossa Excelência, a Vossa Senhoria, Vossa Santidade, Vossa Magnificência, Vossa Majestade, Vossa Alteza e etc.
Autoridades de EstadoVossa Excelência (V. Ex.ª): Para o presidente da República, senadores da República, ministros de Estado, governadores, deputados federais e estaduais, prefeitos, embaixadores, cônsules, chefes das Casas Civis e Militares. Somente o presidente da república usa o pronome de tratamento por extenso, nunca abreviado.
Vossa Magnificência (V. Mag.ª): Para reitores de Universidade, pró-reitores e vice-reitores.
Vossa Senhoria (V. S.ª): Vereadores; Para diretores de autarquias federais, estaduais e municipais.
Judiciárias e do Ministério PúblicoVossa Excelência (V. Ex.ª): para Magistrados (Juízes de Direito, do Trabalho, Federais, Militar e Eleitoral), Membros de Tribunais (de Justiça, Regionais Federais, Regionais do Trabalho, Regionais Eleitorais), Ministros de Tribunais Superiores (do Trabalho, Eleitoral, Militar, Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal) e Membros do Ministério Público (Procuradores da República, Procuradores do Trabalho, Procuradores do Ministério Público Militar ou Promotores de Justiça)
Meritíssimo Juízo (M. Juízo): para referência ao Juízo.
Executivo e LegislativoVossa Excelência (V. Ex.ª): para chefes do Executivo (Presidente da República, Governadores e Prefeitos), Ministros de Estado e Secretários Estaduais, para Integrantes do Poder Legislativo (Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais, Presidente de Câmara de Vereadores), Ministros do Tribunal de Contas da União e para Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais.
MilitaresVossa Excelência (V. Ex.ª): para oficias generais - (Almirantes-de-Esquadra, Generais-de-Exército e Tenentes-Brigadeiros; Vice-Almirantes, Generais-de-Divisão e Majores-Brigadeiros; Contra-Almirantes, Generais-de-Brigada e Brigadeiros e Coronéis Comandantes das Forças Auxiliares dos Estados e DF (Polícias Militares e Bombeiros Militares).
Vossa Senhoria (V. S.ª): para demais patentes e graduações militares.
Autoridades eclesiásticasVossa Santidade (V. S.): para líderes religiosos supremos (o papa, o patriarca ecumênico, o Dalai Lama, etc.)
Vossa Eminência Reverendíssima (V. Em.ª Revma): para cardeais
Vossa Beatitude: para os patriarcas das igrejas sui juris orientais
Vossa Excelência Reverendíssima (V. Ex.ª Revma): para arcebispos e bispos.
Vossa Reverendíssima (V. Revma): para abades, superiores de conventos, monsenhores, outras autoridades eclesiásticas e sacerdotes em geral.
Dom (Dom): para bispos, arcebispos e cardeais (De forma peculiar, será também concedido aos Monges Beneditinos)
Padre (Pe.): para padres (Em endereçamento pode ser usado Rvmo. Pe.)
Pastor (Pr): para pastores (Igrejas protestantes)
Autoridades monárquicas ou imperiaisVossa Majestade Real & Imperial (V. M. R. & I.): para monarcas que detenham títulos de imperador e rei ao mesmo tempo.
Vossa Majestade Imperial (V. M. I.): para imperadores e imperatrizes
Vossa Majestade (V. M.): para reis e rainhas.
Vossa Alteza Real & Imperial (V. A. R. & I.): para príncipes de casas reais e imperiais.
Vossa Alteza Imperial (V. A. I.): para príncipes de casas imperiais.
Vossa Alteza Real (V. A. R.): para príncipes e infantes de casas reais.
Vossa Alteza Sereníssima (V. A. S.): para príncipes monarcas e Arquiduques.
Vossa Alteza (V. A.): para duques.
Vossa Excelência (V. Ex.ª): para Duques com Grandeza, na Espanha.
Vossa Graça (V. G.): para Duques e Condes.
Vossa Alteza Ilustríssima (V. A. Ilmª.): para nobres mediatizados, como Condes, na Alemanha.
O Mui Honorável (M. Hon.): para marqueses, na Grã-Bretanha.
O Honorável (Hon.): para condes (The Right Hon.), viscondes, barões e filhos de duques, marqueses e condes na Grã-Bretanha.
Ilustríssimo (Il.mo): para membros da nobreza brasileira sem título de barão ou outro.
Dom (Dom): para membros de alguma nobreza portuguesa e brasileira.
Outros títulos Senhor (Sr.): para homens em geral, quando não existe intimidade
Senhora (Sr.ª): para mulheres casadas ou mais velhas (no Brasil) ou mulheres em geral (em Portugal).
Senhorita (Srt.ª): para moças solteiras, quando não existe intimidade (no Brasil).
Vossa Senhoria (V. S.ª): para autoridades em geral, como secretários da prefeitura ou diretores de empresas
Doutor (Dr.): para empregado a quem possui doutorado,é atribuído ao indivíduo que tenha recebido o último e mais alto grau acadêmico, o qual é conferido por uma universidade ou outro estabelecimento de ensino superior autorizado, após a conclusão de um curso de Doutorado ou Doutoramento. Também foi empregado no tratamento de advogados e médicos, independentemente do doutorado acadêmico, conforme a Lei de 11 de Agosto de 1827, revogada pela Lei 9.394 de 20 de Dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases).[1][2]
Arquitecto (Arq.º(ª)): para arquitetos (em Portugal).
Bibliotecário (Bib.º(ª)): para bibliotecários.
Engenheiro (Eng.º(ª)): para engenheiros (em Portugal).
Comendador (Com.(ª)): para comendadores
Professor (Prof.(ª)): para professores.
Desembargador (Des.dor): para desembargadores
Pastor (Pr.): para pastores de igrejas protestantes.
Vossa Magnificência(V. M.): para Reitores de Universidades, instituições de ensino superior.
Formas de Tratamento (Fonte: Manual de Redação da PUCRS: http://www.pucrs.br/manualred/abreviaturas.php)
acadêmico = Acad., Acadêm.
administrador = Adm.
advogado = Adv.º, Advo.
almirante = Alm.
apostólico = Ap.
arcebispo = Arc.º, Arco.
bacharel, bacharela, bacharéis, bacharelas = B.el, Bel., B.ela, Bela., B.éis, Béis., B.elas, Belas.
bispo = B.po, Bpo.
capitão = Cap.
cardeal = Card.
comandante = Com., Com.te, Comte.
cirurgião-dentista = CD.
comendador = Com., Comend., Com.or, Comor.
cônego = Côn.º, Côno.
conselheiro = Cons., Consel., Conselh., Cons.º, Conso.
contador = Cont.dor, Contdor., Cont.or, Contor.
contra-almirante = C.-alm.
coronel = C.el, Cel.
deputado = Dep.
desembargador, desembargadora = Des., Des.ª, Desa.
diácono = Diác.
Digníssimo = DD.
Digno, Dom, Dona = D.
Dona = D.ª, Da.
doutor, doutores = D.r, Dr., D.rs, Drs.
doutora, doutoras = D.ra, Dra. D.ras, Dras.
editor, editores = E., EE.
embaixador extraordinário e plenipotenciário = E.E.P.
Eminência = Em.ª, Ema.
Eminentíssimo = Em.mo, Emmo.
enfermeiro, enfermeira = Enf., Enf.ª, Enfa.
engenheiro, engenheira = Eng., Eng.º, Engo.
enviado extraordinário e ministro plenipotenciário = E.E.M.P.
Estado-Maior = E.M., E.-M.
Excelência = Ex.ª, Exa.
Excelentíssimo, Excelentíssima = Ex.mo, Exmo. Ex.ma, Exma.
general = Gen., G.al, Gal.
ilustríssimo, Ilustríssima = Il.mo, Ilmo., Il.ma, Ilma.
madame (francês = senhora) = M.me, Mme.
mademoiselle (francês = senhorita) = M.lle, Mlle.
major = maj.
major-brigadeiro = Maj.-Brig.
marechal = Mar., M.al,Mal.
médico = Méd.
Meritíssimo = MM.
mestre, mestra = Me, Me., Mª, Ma.
mister (inglês = senhor) = Mr.
monsenhor = Mons.
monsieur, messieurs (francês = senhor, senhores) = M., MM.
Mui(to) Digno = M.D.
Nossa Senhora = N.Sª, N.Sa.
Nosso Senhor = N.S.
padre = P., P.e, Pe.
pároco = Pár.º, paro.
pastor = Pr.
Philosophiae Doctor (latim = doutor de/ em filosofia) =Ph.D.
prefeito = Pref.
presbítero = Presb.º, Presbo.
presidente = Pres., Presid.
procurador = Proc.
professor, professores = Prof., Profs.
professora, professoras = Prof.ª, Profa., Prof.as, Profas.
promotor = Prom.
provedor = Prov.
rei = R.
Reverendíssimo, Revendíssima = Rev.mo, Revmo., Rev.ma, Revma.
Reverendo = Rev., Rev.do, Revdo., Rev.º, Revo.
Reverendo Padre = R.P.
sacerdote = Sac.
Santa = S., S.ta, Sta.
Santíssimo = SS.
Santo = S., S.to, Sto.
Santo Padre = S.P.
São, Santo, Santa = S.
sargento = Sarg.
sargento-ajudante = Sarg.-aj.te,Sarg.-ajte.
secretário, secretária = Sec., Secr.
senador = Sen.
senhor, senhores = S.r, Sr., S.rs, Srs.
senhora, senhoras = S.ra, Sra., S.ras, Sras.
senhorita, senhoritas = Sr.ta, Srta., Sr.tas, Srtas.
Sênior = S.or, Sor.
sóror = Sór., S.or, Sor.
Sua Alteza Real = S.A.R.
Sua Alteza = S.A.
Sua Eminência = S.Em.ª, S.Ema.
Sua Excelência = S..Ex.ª, S.Exa.
Sua Excelência Reverendíssima = S.Ex.ª Rev.ma, S. Exa. Revma.
Sua Majestade = S.M.
Sua Reverência = S. Rev.ª, S.Reva.
Sua Reverendíssima = S.Rev.ma, S. Revma.
Sua Santidade = S.S.
Sua Senhoria = S.Sª, S.Sa.
tenente = Ten., T.te, Tte.
tenente-coronel = Ten. -c.el, Ten.-cel., t.te - c.el, Tte. - cel.
tesoureiro = Tes.
testemunha = Test.
vereador = Ver.
veterinário = Vet.
vice-almirante = V. -alm.
vigário = Vig., Vig.º, Vigo.
visconde = V.de, Vde.
viscondessa = V.dessa, Vdessa.
você = V., v.
Vossa Alteza = V.A.
Vossa Eminência, Vossas Eminências = V.Em.ª, V.Ema., V.Em.as, V.Emas.
Vossa Excelência Reverendíssima, Vossas Excelências Reverendíssimas = V.Ex.ª Rev.ma, V. Exa. Revma., V.Ex.as Rev.mas, V. Exas. Revmas.
Vossa Excelência, Vossas Excelências = V.Ex.ª, V.Exa., V.Ex.as, V.Exas.
Vossa Magnificência, Vossas Magnificências = V. Mag.ª, V.Maga., V.Mag.as, V.Magas.
Vossa Majestade = V.M.
Vossa Revendíssima, Vossas Reverendíssimas = V. Ver.ma, V. Revma., V.Rev.mas, V. Revmas.
Vossa Reverência, Vossas Reverências = V.Rev.ª, V.Reva., V. Rev.as, V.Revas.
Vossa Senhoria, Vossas Senhorias = V.S.ª, V.Sa., V.S.as, V.Sas.
NÍVEIS DE LÍNGUA
NÍVEIS DE LÍNGUA
Não usamos uniformemente a língua, antes a adaptamos às circunstâncias e às pessoas com quem queremos comunicar.
A utilização da língua pelos diferentes falantes depende de vários fatores: geográficos, etários, culturais, socioeconômicos, profissionais, situacionais.
1. LÍNGUA CUIDADA (CULTA)
a) Língua Literária e Poética
b Linguagem Técnica e Científica LÍNGUA COMUM
2. NORMA ou PADRÃO -LÍNGUA FAMILIAR
3. LÍNGUA POPULAR
a) Gíria
b) Calão
c) Regionalismo
1. Língua Padrão
A língua padrão é constituída por um sistema de signos e regras próprias de uma comunidade linguística, que permitem a todos os sujeitos falantes comunicarem entre si e compreenderem-se mutuamente, sejam eles de cultura rudimentar ou de elevada cultura.
Aproximam-se da língua padrão os textos dos manuais escolares, a linguagem do professor e dos alunos nas aulas e todos os textos expositivos em que se vise à clareza e a compreensão fácil.
• Língua Cuidada
A língua que encontramos nos discursos parlamentares, nas conferências. Usa um vocabulário mais selecionado e menos usual.
• Língua Literária e Poética
Apresenta as características da língua cuidada, mas assume desvios da norma mais arrojados: figuras de estilo e palavras estudadas para criar ambientes emotivos e poéticos.
• Linguagem Técnica
É constituída por palavras relativas a determinada profissão e se usam nesse contexto: um mecânico de automóveis conhece o nome de todas as peças de um motor, o que não sucede a qualquer falante.
• Linguagem Científica
Afasta-se da língua comum porque se refere a questões da Medicina, da Físico-Química, da Biologia, etc..
2. Língua Familiar
A língua familiar é simples, não se afastando muito da língua padrão. Os falantes dão a impressão de se conhecerem bem.
3. Língua Popular
A língua popular é muito simples, sem palavras eruditas e desvia-se da norma, quer na fala, quer na escrita. As características da língua popular variam com as regiões do país (Regionalismos) e com os diferentes tipos sociais (Gírias e Calão)
• Regionalismos
São registros de língua próprios da população de diferentes povoações ou regiões. Distinguem-se pela pronúncia, pelos diferentes significados e diferente construção de palavras e frases.
• Gírias
São linguagem própria de certos grupos sociais, de certas profissões que usam um vocabulário próprio, geralmente com a finalidade de não serem compreendidos por indivíduos estranhos ao seu grupo.
• Calão
O calão é um tipo de gíria própria de grupos sociais mais marginais, onde a ação educativa dificilmente penetra: trata-se de uma linguagem grosseira e muitas vezes obscena. No entanto, certas palavras entram a pouco e pouco na linguagem familiar, sobretudo entre os jovens. São frequentes palavras ou expressões como gajo, chatear, pifo, teso, etc..
O conhecimento pode ser classificado em categorias:
Conhecimento sensorial: É o conhecimento comum entre seres humanos e animais. Obtido a partir de nossas experiências sensitivas e fisiológicas (tato, visão, olfato, audição e paladar).
Conhecimento intelectual: Esta categoria é exclusiva ao ser humano; trata-se de um raciocínio mais elaborado do que a mera comunicação entre corpo e ambiente. Aqui já pressupõe-se um pensamento, uma lógica.
Conhecimento vulgar/popular: É a forma de conhecimento do tradicional (hereditário), da cultura, do senso comum, sem compromisso com uma apuração ou análise metodológica. Não pressupõe reflexão, é uma forma de apreensão passiva, acrítica e que, além de subjetiva, é superficial.
Conhecimento científico: Preza pela apuração e constatação. Busca por leis e sistemas, no intuito de explicar de modo racional aquilo que se está observando. Não se contenta com explicações sem provas concretas; seus alicerces estão na metodologia e na racionalidade. Análises são fundamentais no processo de construção e síntese que o permeia, isso, aliado às suas demais características, faz do conhecimento científico quase uma antítese do popular.
Conhecimento filosófico: Mais ligado à construção de idéias e conceitos. Busca as verdades do mundo por meio da indagação e do debate; do filosofar. Portanto, de certo modo assemelha-se ao conhecimento científico - por valer-se de uma metodologia experimental -, mas dele distancia-se por tratar de questões imensuráveis, metafísicas. A partir da razão do homem, o conhecimento filosófico prioriza seu olhar sobre a condição humana.
Conhecimento teológico: Conhecimento adquirido a partir da fé teológica, é fruto da revelação da divindade. A finalidade do teólogo é provar a existência de Deus e que os textos bíblicos foram escritos mediante inspiração Divina, devendo por isso ser realmente aceitos como verdades absolutas e incontestáveis. A fé pode basear-se em experiências espirituais, históricas, arqueológicas e coletivas que lhe dão sustentação.
Conhecimento intuitivo: Inato ao ser humano, o conhecimento intuitivo diz respeito à subjetividade. Às nossas percepções do mundo exterior e à racionalidade humana. Manifesta-se de maneira concreta quando, por exemplo, tem-se uma epifania.
TIPOS DE CARTAS
EXEMPLOS DE CARTAS
De V. Exas.
Atentamente,
José Guerreiro
Locutor Radiofónico
Anexo: Curriculum Vitae
LA/VR
Com grande satisfação espero receber da mesma forma em minha empresa.
9. Modelo de Procuração
A carta é uma modalidade redacional livre, pois nela podem aparecer a narração, a descrição ou a reflexão. O que determina a abordagem, a linguagem e os aspectos formais de uma carta é o fim a que ela se destina: um amigo, um negócio, um interesse pessoal, um ente amado, um familiar, uma secção de jornal ou revista etc.
A estética da carta varia consoante a finalidade. Se o destinatário é um órgão do governo, a carta deve observar procedimentos formais como a disposição da data, do vocativo (nome, cargo ou título do destinatário), do remetente e a assinatura.
No caso das correspondências comercial e oficial – textos jurídicos, comunicados, ofícios, memorandos emitidos por órgãos públicos – a linguagem é muitas vezes feita de jargões e expressões de uso comum ao contexto que lhes é próprio.
1. Carta Comercial
Ex.mo Senhor
Arq. José Saraiva
Dig.mo Director de Programas da
RDP – Rádio Difusão Portuguesa
Avenida Engenheiro Duarte Pacheco
1000 Lisboa
Portugal
Montreal, 21 de Março de 2007
Assunto: Pedido de Informações e de Audiência para a Apresentação de Candidatura a um Programa
Radiofónico
Exmos. Senhores,
Estando neste momento interessado em apresentar-vos um projeto de programa cultural semanal
de uma hora, solicito que me sejam fornecidas informações sobre o modus fazendi da vossa
prestigiada estação radiofónica, enviando-me, para o efeito, o eventual formulário ou minuta.
Chamo-me José Guerreiro e sou luso-descendente no Canadá, onde tenho já alguma experiência de
rádio, pois trabalho presentemente na Rádio Centre-Ville, uma estação de rádio multiétnica e
multicultural da cidade de Montreal.
Dado que penso deslocar-me a Portugal no mês de Agosto próximo, estarei disponível se o
julgarem necessário, para um encontro ou reunião, onde poderei, então, prestar informações
adicionais. Neste caso, solicito a marcação de uma entrevista para qualquer dia do mês de Agosto.
Certo de que este assunto vai merecer da parte de V. Exas. a melhor atenção,
(não consegui colocar no justificado dos dois lados, coloque)
De V. Exas.
Atentamente,
José Guerreiro
Locutor Radiofónico
Anexo: Curriculum Vitae
LA/VR
2. Carta de agradecimento
Rio de Janeiro,
Prezado Fernando:
Quero agradecer a atenção com a equipe de acionista, durante a visita à sua empresa e demais dependências
Com grande satisfação espero receber da mesma forma em minha empresa.
Agradeço também o seu acompanhamento por vários dias aos pontos históricos da cidade.
Obrigado. Receba um forte abraço.
Assinatura.
3. Carta de reclamação
Diana Filipa Enes Barros
Rua do Tucanos, 541
46713-400 Campos Elíseos
Campos Elíseos, 15 de abril de 2002
Ex. Mos. Senhores,
Venho por este meio comunicar a V. Exma. Que no passado dia 03 de Setembro de 2001 me venderam um computador portátil, no qual me garantiram que chegaria em boas condições na minha residência.
Quando um empregado da vossa empresa me veio entregar o computador verifiquei que no veículo que trouxe continha uma fratura na parte da frente.
Mais tarde quando retirei o computador da embalagem verifiquei que ele tinha a parte do monitor rachada. De acordo como artigo 101 da Lei 30 do consumidor o produto deveria chegar a melhores condições ao consumidor. Pretendia que me devolvessem um computador em boas condições.
Com os melhores comprimentos,
Diana Barros.
4. Carta argumentativa
São Paulo, 29 de novembro 1992
Prezado Sr. E.B.M.
Em seu artigo publicado pelo jornal Folha de São Paulo a 1.º de setembro, deparei com sua opinião expressa no Painel do Leitor. Respeitosamente, li-a e percebendo equívocos em suas opiniões quanto à veracidade dos motivos que colocaram milhares de jovens na rua, de maneira organizada e cívica, tento elucidar-lhe os fatos.
Nosso país, o senhor bem sabe, viveu muitos anos sob o regime militar ditatorial. Toda e qualquer manifestação que discordasse dos parâmetros ideológicos do governo era simplesmente proibida. Hoje, ao contrário daquela época, as pessoas conquistaram a liberdade de expressão e o país vive o auge da democracia. Assim, perante essa liberdade o Brasil evoluiu. Atravessamos um período de crises econômicas, mas as pessoas passaram a se interessar de maneira mais acentuada pelo seu cotidiano diante da própria liberdade existente. Dessa forma, deparamos com uma população ideologicamente mais madura.
Em sua carta enviada à Folha de São Paulo, o senhor assegura que a juventude é absolutamente imatura e incapaz de perceber a profundidade dos acontecimentos que a envolvem. Asseguro que tal opinião não é a mais justa. Nós já fomos jovens e sabemos perfeitamente que é uma época de transição.
Mudamos nossos conceitos, nossos desejos e nossa visão de mundo. Mesmo assim, determinados valores que assumimos como corretos persistem em nossas vidas de forma direta ou não. Não sei se o senhor tem filhos, mas eu invejo a concepção que os meus assumem perante inúmeros acontecimentos. São adolescentes, que se interessam pelos fatos políticos e se preocupam com o destino da nação, pois estão cientes de que num futuro próximo serão as lideranças do país.
Outro aspecto relevante em sua carta é o de dizer que a juventude, generalizadamente é indisciplinada. Tal opinião não condiz com a verdade. Nas manifestações pró "impeachment que invadiram o país visando a queda do Presidente Collor, não se viram agressões, intervenções policiais ou outras formas de violência. Fica, portanto, claro, que a manifestação dos chamados caras-pintadas não é vazia. Conscientes de que uma postura pouco organizada não lhes daria credibilidade, os jovens manifestaram-se honrosamente. Com isso, frente ao vergonhoso papel do próprio Presidente da República, Fernando Collor de Mello, a juventude demonstrou um grau de maturidade e percepção maior que o do próprio chefe de estado.
Vemos, com isso, que os jovens visam ao bem do país e o seu processo de conscientização não se deu de uma hora para outra. Assim, dizer que a juventude é motivada pelo espírito da época, visando ao hedonismo é errôneo. Nossos jovens, senhor E.B.M., são reflexos da liberdade existente no país e a sua evolução político-ideológica. Sem mais, despeço-me.
K.C.M. de M.
5. Carta informativa
Porto
A Vedior Recursos Humanos recruta para um dos seus clientes: Consultor de Outsourcing PROCURAMOS - Formação de nível Superior, preferencialmente, na área Industrial; - Experiência na implementação e gestão de Projectos de Outsourcing na área Industrial, Logística, Distribuição ou Telecomunicações; - Residência na Zona do Grande Porto; - Carta de Condução OFERECEMOS - Integração imediata em empresa de pretígio; - Formação inicial; - Prespectivas de carreira, - Boas condições salariais, Local de trabalho: Porto Informação Adicional/ Morada do Escritório Referência : B116/009499 Empresa : Vedior...
05-03-2011 - ofertas-emprego.com guardar
6. Carta de solicitação
Timbre da empresa
Dep. de vendas
Nº 02/09
Ao Diretor do Dep.de Faturamento
João Esleveriano da Costa
João Esleveriano da Costa
Recife, _____ de fevereiro de 2009.
Prezado Senhor,
Solicito a este departamento, do qual V.Sª. é diretor, que tenha a gentileza de enviar-me a tabela de faturamento do último mês, a fim de que possamos conferir algumas vendas realizadas.
Solicito a este departamento, do qual V.Sª. é diretor, que tenha a gentileza de enviar-me a tabela de faturamento do último mês, a fim de que possamos conferir algumas vendas realizadas.
Antecipo-lhe meus agradecimentos, certo de que serei prontamente atendido, dada a eficiência desta seção.
Subscrevo-me.
Cordialmente,
Antonie Bernardo da Luz.
Chefe do departamento de vendas.
7. Carta de recomendação
EMPRESA ___________________
Campina Grande, DD/MM/AAAA
A quem interessar possa,
JOSÉ DE JESUS DA SILVA, é pessoa de meu conhecimento, eletricista profissional, correto, competente, responsável e pontual, tendo trabalhado para esta empresa no período de 03 de março de 2000 a 15 de novembro de 2004, executando serviços de manutenção, sob minha supervisão direta. Durante todo esse período manteve conduta pessoal e profissional irrepreensíveis, razão pela qual recomendo seus serviços.
Atenciosamente,
JOÃO DE DEUS DOS SANTOS
Gerente Administrativo
8. Carta ao leitor
9.Jan.2008 Ao Correio da Tarde
Senhores Diretores e Editores,
Constituiu-se motivo de muita alegria para mim a circulação no final da tarde de segunda-feira, dia 10 de abril de 2006, do jornal "Correio da Tarde", que na certa vem assinar uma importante página no jornalismo escrito do Estado do Rio Grande do Norte. Excelentes reportagens, colunas as mais variadas e um conteúdo dos mais completos, fazem do jornal Correio da Tarde uma leitura obrigatória da maioria dos potiguares, a cada final de tarde. Parabéns e muitos anos de circulação é o que desejo aos que fazem o CORREIO DA TARDE.
José Maria Alves
Advogado e jornalista
Liberdade I - Mossoró RN
9. Modelo de Procuração
Eu,_________________________ portador da RG n.º _____________ órgão emissor ________, Brasileiro, solteiro e domiciliado à rua ________________________, nº ____,aptº____, bairro ____________ _______________, na cidade de _____________________ Ba, nomeio e constituo o meu bastante procurador_____________________________, portador da RG nº ____________, órgão emissor _______, Brasileiro, solteiro residente e domiciliado à rua _________________________, bairro ____________________,n.º_____, aptº____, na cidade de ______________________- AM, para______________ junto ao __________________.
Londrina , ____/____/____
Ass.____________________________________________________________
Observação: Toda Procuração deve ser Registrada em Cartório. A maioria dos Cartórios já dispõe de Modelos de Procuração que podem ser adaptados aos diversos fins.
10. Modelo de Contrato de Prestação de Serviços
........................................, brasileiro, casado, comerciante, residente e domiciliado na cidade de Manaus, na rua..........,n°..., a seguir denominado CONTRATANTE; e ........................................, brasileiro, casado, marceneiro, residente e domiciliado em Manaus, na rua........................., n°........, a seguir denominado CONTRATADO, entre si celebram o presente contrato de prestação de serviços de marcenaria, a reger-se pelas cláusulas abaixo:
CLÁUSULA PRIMEIRA – do objeto – o presente instrumento objetiva a confecção de duas estantes em madeira de lei, compostas de seis prateleiras, cada, sobre uma base de armário duplo, com duas portas cada, nas dimensões de 2,5 de altura por 1,5m de largura e 60 cm de profundidade para os armários e 40 cm para as prateleiras, com altura de 40 cm entre si, com acabamento em madeira polida e verniz fosco.
CLÁUSULA SEGUNDA – do valor – o valor total será de R$ 3.000,00 (três mil reais) a serem pagos pelo CONTRATANTE em duas parcelas de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais), sendo a primeira entregue no ato da assinatura do contrato e a segunda na entrega das estantes.
CLÁUSULA TERCEIRA – dos prazos – o CONTRATADO se compromete de entregar os objetos do presente contrato ao contratante, em sua residência, no prazo de 180 dias, a contar da data de assinatura do presente instrumento.
CLÁUSULA QUARTA – das obrigações do CONTRATADO – o CONTRATADO terá um prazo de 10 dias, a contar da assinatura deste termo para apresentar ao contratante as amostra de madeiras para escolha, devidamente tratadas e preparadas para uso, sem imperfeições, deformações ou problemas como cupins, brocas, traças e outras pragas que comprometam a qualidade do objeto, com garantia de 12 meses, a contar da entrega do serviço.
CLÁUSULA QUINTA – das obrigações do CONTRATANTE - o contratante se compromete em visitar a oficina do contratado, no prazo de 10 dias a contar da assinatura do presente termo, a fim de aprovar a madeira escolhida e autorizar o início dos trabalhos.
CLÁUSULA SEXTA – da recisão contratual - o presente termo poderá ser rescindido por qualquer uma das partes por descumprimento de uma das cláusulas, mediante aviso prévio de 30 (trinta) dias, com a idenização da parte prejudicada no valor total do contrato ou por meio de acordo ente as duas partes.
CLÁUSULA SÉTIMA – dos casos omissos - os casos omissos neste contrato serão acordados entre as partes, via aditivo ao presente termo.
CLÁUSULA OITAVA – da vigência – o presente contrato é de 180 dias, podendo ser prorrogado em até um terço desse prazo, a critério de ambas as partes.
CLÁUSULA NONA – fica eleito o foro da cidade de Manaus para o julgamento de quaisquer problemas decorrentes do descumprimento do presente termo.
E por estarem de acordo, passam a assinar o presente contrato de prestação de serviços, em cinco vias de igual teor e para um só efeito, na presença das testemunhas abaixo.
Manaus, de de 2004
....................................................
contratante
..............................................
contratado
............................................
testemunha
...........................................
...........................................
testemunha
...........................................
11. Modelo de Carta
Ilm° Sr. Fulano de Tal,
Manaus, ......de..........de 2004
Prezado sr. João,
Informo que a Sra. Lourdes chegou bem a essa capital e que foi levada ao um clínico geral para avaliação de seu estado de saúde e encaminhamento ao especialista que o caso exigir.
Ela diz que está se sentindo bem e pede que não se preocupem tanto. Tão logo tenhamos novas notícias, enviaremos.
Saudações a todos
José de Jesus Silva
12. Modelo de Abaixo-assinado
Ao Excelentíssimo Senhor Prefeito de Manaus
Os abaixo-assinados, brasileiros, residentes e domiciliados na rua das Flores, bairro da paz, nesta cidade de Manaus, solicitam de V.Exª, a instalação de coletores seletivos de lixo, a fim de atender ao projeto comunitário de reciclagem de plásticos, alumínio e vidros.
Na certeza de sermos atendidos, encaminhamos esse documento em três folhas numeradas e assinadas por todos os moradores, e em duas vias que serão protocoladas em seu Gabinete.
Nomeamos o morador José de Jesus Silva, fone 200-0101, como nosso representante, caso V.Exª necessite de outras informações.
Manaus, ...de......de 2004
Nome identidade endereço Rubrica
José de Jesus Silva 0X0.0X0Seseg/AM Rua das Flores, 01
Maria da Dores Souza 001.999SESEG/AM Rua das flores, 03
Etc. Etc. Etc.
13. OFÍCIO
Ofício nº [Nº do Ofício] - [SIGLA] Curitiba, [dia] de [mês] de [ano]
Assunto: Demarcação de terras indígenas.
Senhor Deputado:
Em complemento às observações transmitidas pelo telegrama nº 154, de 24 de abril último, informo Vossa Excelência de que as medidas mencionadas em seu ofício nº 6.708, dirigido ao Senhor Governador do Estado, estão amparadas pelo procedimento administrativo de demarcação de terras indígenas instituído pelo Decreto nº 22, de 4 de fevereiro de 1991, em anexo.
2. Em sua comunicação, Vossa Excelência ressalva a necessidade de que, na definição e demarcação das terras indígenas, fossem levadas em consideração as características socioeconômicas regionais.
3. Nos termos do Decreto nº 22, a demarcação dessas terras deverá ser precedida de estudos e levantamentos técnicos que atendam ao disposto no § 1º, art. 231, da Constituição Federal. Os estudos deverão incluir os aspectos etno-históricos, sociológicos, cartográficos e fundiários. O exame desse último aspecto deverá ser feito conjuntamente com o órgão federal ou estadual competente.
4. Os órgãos públicos federais, estaduais e municipais deverão encaminhar as informações que julgarem pertinentes sobre a área em estudo. É igualmente assegurada a manifestação de entidades representativas da sociedade civil.
5. Os estudos técnicos elaborados pelo órgão federal de proteção ao índio serão publicados juntamente com as informações recebidas dos órgãos públicos e das entidades civis acima mencionadas.
6. Como Vossa Excelência pode verificar, o procedimento estabelecido assegura que a decisão a ser baixada pelo Secretário de Estado da Justiça sobre os limites e a demarcação de terras indígenas seja informada de todos os elementos necessários, inclusive daqueles assinalados em sua carta, com a necessária transparência e agilidade.
Respeitosamente,
[Nome],
[Cargo do signatário].
Ao Excelentíssimo Senhor
[Nome],
[Cargo],
Assembléia Legislativa do Estado do Paraná,
Nesta Capital.
ZMPM/EM( iniciais do redator e digitador em caixa alta e fonte reduzida)
ZMPM/EM( iniciais do redator e digitador em caixa alta e fonte reduzida)
NOTA: Nome do signatário com iniciais maiúsculas, seguido de vírgula; cargo do signatário com iniciais maiúsculas, em negrito, seguido de ponto.
14. DESPACHO
De acordo com as informações constantes neste Processo, nego provimento ao recurso interposto por [Solicitante], no qual solicita o cancelamento da penalidade de suspensão de [dia] dias que lhe foi imposta nos termos da Portaria nº [nº] A, de [dia] de [mês] de [ano], pelo então Secretário de [Nome da Secretaria].
[Sigla do órgão], [dia] de [mês] de [ano].
[Nome],
[Cargo do Signatário].
Processo nº [nº]
http://www.fazfacil.com.br/escritorio/documentos_modelos.html
Neste site tem vários modelos de cartas.
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